Globoaves recebe recomendação para MCE

O Frigoífico Globoaves, de Cascavel, recebeu recomendação para Certificação pela Comunidade Européia. Toda a estrutura e documentação da unidade foram consideradas conformes com as exiências do Mercado Comum Europeu.

O resultado da auditoria é o maior prêmio para o projeto de esforço de Certificação iniciado em 2004, denominado Europa Já”. A documentação do frigoífico e os relatórios de auditoria serão encaminhados agora para Bruxelas, na Bélgica, para a homologação pela Comunidade Européia, o que deverá ocorrer até novembro, liberando assim o frigorifico a realizar operações comerciais com países daquele bloco.

Atualmente, o Brasil conta com 170 frigoíficos de aves. A unidade da Globoaves passará agora para um seleto grupo de 48 frigoíficos do ênero que contam com esta importante habilitação.

Mercadorama finaliza festa dos 93 anos

Terminam neste fim de semana as comemorações do 93º aniversário do Mercadorama, que ocorreram durante todo o mês de agosto. No peíodo comemorativo foram oferecidas aos clientes oportunidades de compra especiais e exclusivas, criadas em parceria com grandes fornecedores. O resultado foi um crescimento de 15% nas vendas em relação a agosto do ano passado.

Positivo Informática é destaque na Bolsa

A Bolsa de Valores de São Paulo voltou a fechar em alta nesta quarta-feira. Entre os destaques do pregão estavam á s ações da paranaense Positivo Informática, registraram alta de quase 3%. Aliás, as ações da maior empresa fabricante de computadores do Brasil têm atraído a atenção dos investidores e estão sendo recomendadas pelos analistas financeiros.
Em seu boletim diário desta quarta-feira, dirigido aos clientes, a Omar Camargo Corretora de Valores informava que a Positivo Informática recentemente venceu um leilão de 54 mil computadores. Embora tenha lançado suas ações na Bolsa de Valores de São Paulo no fim de 2006, os papéis da empresa já valorizaram 80% só este ano. A empresa paranaense já abriu escritório na China e neste pouco tempo já se manteve dez trimestres consecutivos na liderança no mercado de computadores nacional.

Por que as microempresas não usam cartão?

O uso maciço dos cartões eletrônicos pelos pequenos negócios depende, principalmente, de uma adequada regulamentação por lei, que deve atentar, entre outros aspectos, para as altas taxas cobradas pelos emissores de cartões. Essa é uma das conclusões da pesquisa feita pela Fundação Getúlio Vargas, por encomenda do Sebrae Nacional.
O resultado da pesquisa está na publicação Mercado de cartões de crédito no Brasil e sua relação com as micro e pequenas empresas, editada pela Unidade de Acesso a Serviços Financeiros do Sebrae Nacional (Uasf). A publicação será lançada nesta quinta-feira no segundo dia do 3° Congresso de Cartões e Crédito ao Consumidor.

Benefícios do uso dos cartões

A pesquisa da FGV encomendada pelo Sebrae aponta como pontos positivos da utilização do cartão a melhoria na gestão do negócio e do fluxo de caixa; a redução de custos com boletos bancários; maior segurança; redução da inadimplência; ampliação dos canais de vendas; e antecipação de receita.

Segundo a pesquisa, feita do ponto de vista da oferta e da demanda, apenas 27,24% das empresas que integram o segmento trabalham com cartão de débito e crédito, em prejuízo do faturamento e do bom relacionamento com seus fornecedores.

A baixa utilização dos cartões pelas micro e pequenas empresas é decorrente da falta de conhecimento do empresariado sobre o cartão; a baixa oferta dos emissores; custos contratuais elevados; limite de crédito para o cartão empresarial menor que o do cartão pessoal. Também devem ser considerados os elevados custos de transação cobrados por operação, de aluguel das máquinas (POS) e das tarifas telefônicas.