Recuperar sem destruir

Flávio Ítavo.

Já dizia Winston Churchill, que construir pode ser uma tarefa lenta e difícil de anos, enquanto destruir pode ser o ato impulsivo de um único dia. São muitas as perguntas sobre o “como” fazer o turnaround, respondo que o mais complexo não é “virar” uma empresa, mas sim realizar a tarefa em si, sem que no caminho a empresa se autodestrua.
O problema está relacionado ao que foi descrito pelo filósofo inglês John Adams com a Lei das consequências não intencionais. A Lei, inicialmente relacionada apenas às questões econômicas, pode ser aplicada a uma grande gama de aspectos da vida. Afirma basicamente que ações e políticas desenvolvidas por pessoas ou organizações têm consequências inesperadas, podendo gerar grandes surpresas e um número enorme de resultados não desejados. Neste sentido, podem ser colhidas muitas frustações, falhas e surpresas.

Resultados inesperados para uma série de decisões e ações não podem ser descartadas, seja lá qual for a questão. Muitas vezes tais resultados podem ter consequências maiores que o problema que se intenciona resolver. A Lei das consequências não intencionais complica a realização de turnarounds, reestruturações e mudanças de rumo na estratégia empresarial. Infelizmente a lei está direta e proporcionalmente em oposição a outra lei que se aplica aos negócios, mudar é preciso!
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O atendimento nas redes sociais

Robson Costa.

O mundo corporativo gira ao redor de seu cliente. E nos últimos anos é inegável que as redes sociais deram voz ativa para os clientes e consumidores, que antes apenas recorriam ao telefone ou e-mail para fazer uma solicitação, fosse ela um simples atendimento ou uma grande reclamação. Com isso, o número de empresas presentes em redes como Facebook, Twitter, dentre outras, se tornou enorme, mas muitas ainda estão em total desordem. Afinal, qual é a melhor forma de atendimento?

Tudo o que vai para esses canais de comunicação chega aos ouvidos e olhos de todos os seus clientes que estão presentes na rede. Obviamente que tudo o que ali ocorrer afetará diretamente a imagem da empresa. Não é difícil imaginar que o atendimento, mesmo que virtual, é o principal alvo de uma empresa má-organizada. Temos ótimos exemplos de marketing de sucesso! No twitter, um consumidor marcou dois estabelecimentos questionando quem lhe faria a melhor oferta por um produto e ambos disputaram até o fim com bons argumentos e promoções.

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Pequenas e médias empresas diminuem dívidas com impostos em 2018

Apesar da desconfiança do empresário industrial ter avançado, conforme divulgado pela Confederação Nacional da Indústria nesta semana, os pequenos e médios negócios parecem estar se organizando para uma retomada de projetos. É o que mostra o CND-I, índice de inadimplência de impostos da Equipo Gestão, que mede o volume de pequenas e médias empresas com dívidas com órgãos federais, estaduais e municipais. O índice registrou nova queda de inadimplência no acumulado no trimestre, com 29% das empresas pesquisadas com débitos em aberto. O valor é significativamente menor do que o encontrado no primeiro trimestre de 2017, quando 37% das empresas analisadas estavam inadimplentes.

Essa regularização mostra o otimismo do empresário para novos projetos e organização das pequenas e médias empresas para mercados ainda maiores. “Isso por que, em grandes projetos e grandes grupos empresariais, estar livre de dívidas com impostos é um requisito fundamental para a contratação de fornecedores”, explica Luiz Godoy, CEO da Equipo Gestão, responsável pelo levantamento.

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Setor produtivo e lideranças discutem ambiente para pequenos negócios no Paraná

Criar um ambiente favorável ao surgimento e fortalecimento de pequenos negócios – e, por consequência, da economia do Estado – é o foco da estratégia que une setores produtivos, lideranças territoriais e poder público no Fórum Permanente das Empresas de Micro e Pequeno Porte (Fopeme) do Paraná. Os desafios e conquistas nesse sentido balizaram o “Encontro Fopeme e Comitês Territoriais”, realizado no Sebrae/PR, em Curitiba, na tarde da segunda-feira (21). O evento, que reuniu membros do Fórum e dos 18 Comitês Territoriais Paranaenses, contou com a presença do presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos, responsável pela palestra magna “Melhoria do Ambiente de Negócios no Brasil – Avanços e Desafios”.

A governadora do Estado, Cida Borghetti, também esteve na abertura do Encontro; ao lado presidente da Fecomércio PR, Darci Piana; do presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae/PR, Ágide Meneguette; do secretário estadual de Planejamento e presidente Fopeme/PR, Juraci Barbosa Sobrinho; do diretor-superintendente do Sebrae/PR, Vitor Tioqueta; do diretor de Operações da entidade, Julio Cezar Agostini; e do secretário-técnico do Fopeme/PR e presidente da Fampepar, Ercílio Santinoni. Cerca de 350 pessoas participaram do evento.

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Quando a proteção de dados vale a vida da empresa

Eduardo Amaral.

Empresas que comercializam produtos ou serviços pela Internet e que armazenam dados pessoais dos seus clientes em suas bases de dados já devem estar em total conformidade com o GDPR. A sua ainda não está? Então é melhor correr, principalmente se você sequer conhece a sigla e seu significado.

O GDPR (General Data Protection Regulation) é um regulamento de lei da União Europeia (UE) sobre proteção de dados e privacidade para todos os cidadãos e indivíduos residentes na região. Suas regras entram em vigor nesta sexta-feira, dia 25, e seu efeito prático será obtido por meio de diretrizes rígidas de segurança para quem hospeda esses dados. A consequência será a padronização de boas práticas para os portais de e-commerce que armazenem os dados pessoais de seus clientes.

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