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Mercado asiático alavanca exportação de tabaco brasileiro

Se em 2010 a exportação brasileira de tabaco teve queda, em 2011, mesmo com as dificuldades cambiais, o produto superou expectativas e subiu 5,86% (em US$) e 7,35% considerando o volume exportado em comparação com o ano anterior. Segundo dados oficiais da Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (Secex/MDIC), em 2011 foram embarcadas 541 mil toneladas, um total de US$ 2,89 bilhões em divisas. O volume embarcado em 2010 foi de 503 mil toneladas e US$ 2,73 bilhões.

De acordo com pesquisa da PriceWaterhouseCoopers, encomendada pelo Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) e divulgada em março de 2011, a expectativa era de uma variação estável (de -2,0% a 2,0%) no volume e uma redução ou desaceleração leve (de -2,1% a -6,0%) em dólares embarcados. O cenário, entretanto, foi de aumento, impulsionado principalmente pelos mercados asiáticos. Países como China, Indonésia, Filipinas e Coréia do Sul importaram cerca de US$ 130 milhões a mais que em 2010”, avalia o presidente do SindiTabaco, Iro Schá¼nke.

Assim como no tabaco, as exportações do Brasil para os países asiáticos foram as que mais cresceram. Somente a China rendeu US$ 16,51 bilhões em divisas ao País, segundo dados da Secex/MDIC. Deste montante, US$ 380 milhões são provenientes da exportação de tabaco, colocando os chineses no primeiro lugar do ranking de importação do produto brasileiro.

Atualmente, 85% do tabaco produzido no Brasil é exportado. A União Europeia continua sendo o principal destino do tabaco brasileiro (40%), seguida pelo Extremo Oriente (28%), e da América do Norte e Leste Europeu, ambos com 10%. O Brasil lidera o ranking mundial de exportação desde 1993. Vamos continuar trabalhando para oferecer qualidade e integridade do produto aos nossos clientes. Além disso, é preciso dizer que o setor vem desenvolvendo cada vez mais as boas práticas agícolas, no que se refere também á  responsabilidade social e ambiental, aspectos que podem ser diferencial junto aos clientes”, afirma o executivo.

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