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Varejo já ocupa 31,67% das receitas não aeronáuticas da Infraero

As receitas não aeronáuticas da Infraero em 2011 somaram R$ 1,8 bilhão. Desse total, R$ 570 milhões, cerca de 31,67%, vieram das atividades varejistas de restaurantes, lanchonetes, lojas em geral, incluindo lojas francas, realizadas dentro dos aeroportos. O restante se dividiu em R$ 1,141 bilhão relacionado á s receitas comerciais e R$ 659 milhões á  armazenagem e capatazia de carga aérea. Empolgada com o índice conquistado, a empresa está revendo o mix comercial dos principais complexos da rede para atualizar e aprimorar as atividades existentes nas unidades.

Para o secretário geral da Asociación Sudamericana de Tiendas Libres (Asutil), José Luis Donagaray, a Infraero está no caminho certo, já que uma das formas de potencializar o varejo aeroportuário é garantir o espaço físico para a exposição e incrementar o mix de produtos, sobretudo distinguindo o que é oferecido aos passageiros que chegam e aqueles que partem.

O representante da Asutil acredita que o processo de concessão dos aeroportos brasileiros também vai impactar positivamente o segmento: “O ideal é contar com operadores aeroportuários com visões comerciais mais agressivas em termos de diversificação de produtos e serviços. O conceito a ter em mente é que cada venda dentro do aeroporto contribui com a geração de receita comercial, que vem ganhando cada vez mais expressão, chegando a representar mais de 40% em aeroportos com uma área comercial consolidada”.

Na visão de Donagaray, os aeroportos no Brasil poderiam se beneficiar muito mais das oportunidades que o varejo oferece. “Se considerarmos a Argentina e o Uruguai, a metragem dedicada ao varejo nos principais aeroportos internacionais desses países é muito maior do que no Brasil. Tomemos o tempo médio que um passageiro passa dentro de um aeroporto antes de embarcar. በfácil deduzir que os complexos aeroportuários e as próprias marcas expostas se beneficiarão muito mais se existir uma área física mais convidativa aos passageiros, com um mix de produtos e serviços mais rico”, diz.

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