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Rede Vininha quer captar R$ 5,7 milhões com fundo de investimento e pretende construir nova fábrica

Edivan Trevizan, diretor de Operações da Vininha.
Edivan Trevizan, diretor de Operações da Vininha.

Sete meses após ter lançado um fundo de investimento, a Vininha, que é uma empresa curitibana criada há 12 anos e especializada na produção de minissanduíches, já conseguiu vender 30% das cotas. O objetivo da rede é captar até outubro de 2015, R$ 5,7 milhões.

Eu conversei com o diretor do fundo de investimentos e de Operações da Vininha, Edivan Trevizan. Ele me disse que a rede tem um plano audacioso pela frente, que prevê ampliar o número atual de franquias de 40 para 550 até 2018. Dos 40 contratos de franquia, 27 lojas estão em operação nos estados de Santa Catarina, Paraná, São Paulo. Até o final do ano serão mais de 100 contratos assinados, destes, 65 com lojas em operação.

Cada cota do fundo Vininha pode ser adquirida hoje por R$ 28,5 mil, mas este valor é reajustado mensalmente em R$ 500 até setembro de 2015. Agora o que chama a atenção é a rentabilidade fixada em 1% ao mês, bem acima de outras aplicações financeiras. A partir de outubro de 2015 o fundo também começará a pagar dividendos trimestrais sobre o lucro líquido do grupo. Isso representará, de acordo com os prognósticos da rede, aproximadamente 2% do valor investido ao mês. E além da rentabilidade, o investidor deste fundo também se tornará sócio da rede.

Segundo Edivan Trevizan, a fábrica da Vininha em Curitiba tem capacidade para atender 70 lojas franqueadas. Só que esta capacidade deve se esgotar até o fim do ano. Os recursos do fundo de investimento serão utilizados para construir uma nova fábrica e aumentar as estruturas da franquia e do call Center.

No caso do investidor optar pelo resgate das cotas adquiridas, basta entrar em contato com a RMX Participação S/A, que é a empresa criada pela Vininha para a administração do fundo. O quotista tem prioridade tanto para a venda quanto para compra de ações do grupo.

Em 2013 a rede Vininha faturou R$ 7 milhões e para 2014 a previsão é que o faturamento alcance a casa dos R$ 20 milhões. A rede curitibana comercializa 6 milhões de minissanduíches por ano.

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Mirian Gasparin
Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná. Profissional com experiência de 44 anos na área de jornalismo, sendo 42 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social. Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos. Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 11 anos de blog, mais de 20 mil matérias foram postadas. Ao longo de sua carreira recebeu 18 prêmios, com destaque para Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005). Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.
https://www.miriangasparin.com.br

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