Call Center precisa se profissionalizar para atender diferentes necessidade

Call Center precisa se profissionalizar para atender diferentes necessidade

A área de Call Center continua indispensável nos negócios de qualquer segmento. E não pense que este serviço serve apenas para colocar um monte de telefonistas ligando para tudo que é contato, pois a profissionalização já está mais do que implementado neste tipo de atendimento.

Estamos falando desde uma empresa que precise atender demandas internas que necessitem de um call center mais técnico relacionado à própria manutenção do seu sistema interno (para dar apoio com infraestrutura envolvendo máquinas e sistemas) até empresas que precisam daquele call center ativo que trabalha divulgando as marcas ou mesmo o call center receptivo que lidam com os serviços e os produtos oferecidos. Para ter a facilidade dessas soluções na mão sem ter que contratar muitos funcionários, a terceirização ajuda pois a responsabilidade de um plantão, por exemplo, é da empresa terceirizada.

A Ewave do Brasil listou os tipos de call center que atendem a sua empresa

Call Center Receptivo

É aquele serviço que recebe reclamações, ouve sugestões para melhorias e tira dúvidas de consumidores a respeito do que é ofertado, seja produto, serviço ou mesmo a marca. A novidade do call center de hoje em dia é a nova roupagem indispensável de estar conectado com todas as plataformas. É possível fazer uma ligação ou escrever uma mensagem via redes sociais ou WhastApp – mas o mais importante é que o usuário não tenha que repetir as histórias mil vezes como era antigamente.

Um call center eficiente precisa estar conectado às plataformas tecnológicas que permitam atender todos os perfis de usuários. O correto é manter a qualidade no serviço para quem não gosta de redes sociais e prefere usar o telefone com a mesma eficiência no atendimento para quem só escreve via redes sociais. Para ter agilidade neste desafio é preciso utilizar tecnologia de ponta.

Call Center Ativo

É aquele call center que oferece vendas, faz pesquisas de mercado ou quer saber se o cliente ficou satisfeito com o atendimento ou produto oferecido. Este modelo também precisa estar nesta nova roupagem tecnológica. É possível finalizar ofertas e pesquisas também através de redes sociais ou qualquer outra plataforma tecnológica. O desafio é conseguir atingir todos os perfis de público e mesmo que a ligação ainda seja o modelo mais eficiente, as plataformas sociais estão pegando o seu espaço.

Call Center Técnico

É o famoso Help Desk e pode estar com inúmeras configurações. Quando se tem uma grande instituição de ensino ou laboratórios, por exemplo, que possuam inúmeros computadores disponíveis para uso de pessoas que não entendem de tecnologia, precisa ter um call center interno com profissionais que entendem de informática e infraestrutura para auxiliar os usuários.

Geralmente este call center é formado por uma equipe de TI disponível para auxiliar remotamente algum problema técnico com o computador que não funciona ou mesmo programas que estão com algum problema. Este profissional pode estar perto o suficiente para, caso não consiga resolver via telefone ou e-mail, ir até o local rapidamente e deixar tudo em ordem. É um Help Desk necessário para empresas que tenham muitos funcionários que não sejam especialistas em TI interno.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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