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Foodtechs crescem e mais de 32% dos investidores afirmam ter interesse no setor

O termo foodtech está ganhando espaço no vocabulário no mercado brasileiro. Tendência, os produtos oferecidos por startups do segmento alimentício trazem consigo uma identidade de inovação e experiências diferenciadas para o consumidor. Além do varejo, que começa a trazer para as prateleiras as novas opções de produtos, os investidores já olham para as startups como fonte de boas ideias e bons negócios.

Prova disto é que uma das principais referências em investimento anjo, a Anjos do Brasil, conta que desde meados de 2018 até agora o recebimento de projetos na área tem crescido. Até agora, a Anjos do Brasil recebeu e avaliou mais de dez projetos, dos quais seis foram apresentados para a rede de investidores. Em dois casos o investimento já foi efetivado, enquanto outros dois projetos estão em fase de negociação com o investidor. Um levantamento recente da Consultoria/FoodTech Movement apontou que o Brasil conta com pelo menos 180 foodtechs.

Com o intuito de repensar toda a cadeia produtiva da alimentação (desde o plantio até a distribuição e consumo), as startups do setor formam o chamado mercado de foodtechs. Entre as características dessa nova geração de startups que surge está o uso da tecnologia aliada ao pensamento focado no consumidor e em suas necessidades reais e também em criar novas maneiras de produzir mais e com mais qualidade.

“É um mercado promissor e que vale estar no radar do investidor. Em pesquisa divulgada em nosso último Congresso, em julho último, 32,6% dos investidores disseram ter interesse no setor”, comenta Maria Rita Spina Bueno, diretora executiva Anjos do Brasil.

Entre as foodtechs que receberam aporte de investidores anjos, pela Anjos do Brasil, estão a Beleaf, especializada em delivery de marmitas saudáveis no estilo plant-based (comida de origem vegetal, preparada do jeito mais natural, sem conservantes, corantes e aromatizantes) e Shimejito, uma Urban Farming para a produção de shimeji e que une no seu modelo de negócio economia colaborativa e tecnologia de produção. Em pequenos espaços, os produtores produzem em escala e revendem localmente shimeji de alta qualidade para restaurantes e consumidores.

“Alguns casos emblemáticos, como o da Fazenda do Futuro, divulgado recentemente, dão visibilidade para o setor e reforçam que investimento em capital empreendedor não é somente para empresas de TI”, encerra Maria Rita.

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Mirian Gasparin
Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná. Profissional com experiência de 44 anos na área de jornalismo, sendo 42 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social. Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos. Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 11 anos de blog, mais de 20 mil matérias foram postadas. Ao longo de sua carreira recebeu 18 prêmios, com destaque para Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005). Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.
https://www.miriangasparin.com.br

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