2W Ecobank bate recorde no Paraná com mais de 110 empresas migrando para o mercado livre de energia em 2023

2W Ecobank bate recorde no Paraná com mais de 110 empresas migrando para o mercado livre de energia em 2023

A partir de janeiro de 2024, 165 mil empresas poderão trocar de fornecedor de energia elétrica em todo o país

Mais de 400 empresas da Região Sul migraram para o mercado livre de energia e aderiram as práticas sustentáveis com a 2W Ecobank que expandiu o número de clientes em 300% desde o início do ano. Somente no estado do Paraná foram mais de 110 empresas que migraram com a 2W Ecobank em 2023, novo recorde da companhia por estado.

De acordo com os dados da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), a 2W Ecobank foi a varejista que mais cresceu nos últimos 12 meses no país, tanto em volume de energia como também em número de clientes e unidades consumidoras migradas por comercializadoras varejistas. A empresa comercializadora no mercado livre de energia e geradora de energia renovável, atingiu a marca de 1 mil clientes em sua carteira de clientes varejistas no Brasil. Apenas em 2023, a companhia adicionou 603 novos clientes à base, crescendo 152% em comparação com o fechamento de 2022, o que reflete o posicionamento da 2W Ecobank como referência entre pequenas e médias empresas brasileiras que procuram soluções alternativas de energia renovável e sustentável mais barata.

Uma das empresas que migraram nos últimos dias com a 2W Ecobank para o mercado livre de energia no Paraná foi a Gelotech Soluções Térmicas. Com duas fábricas localizadas em Pinhais/PR e Itu/SP, a empresa tem mais de e 12 anos de trajetória produzindo, por exemplo, gelos rígidos e flexíveis em tamanhos variados, além do kit insulina. A parceria entre a 2W Ecobank e o frigorífico resultou em um contrato de15 anos, onde a empresa irá adotar energia renovável proveniente de fonte eólica. Essa mudança trará uma economia significativa nas despesas com energia elétrica ao longo desse período com uma economia para a Gelotech de aproximadamente R$ 5,3 milhões na conta de energia quando a mesma for taxa máxima.

Além da vantagem financeira, essa transição também terá impactos positivos para a preservação do meio ambiente. A empresa evitará a emissão de 1,2 mil toneladas de dióxido de carbono (CO2) na natureza. Essa redução contribui para a mitigação do aquecimento global e o combate às mudanças climáticas. A 2W Ecobank, através de sua expertise em soluções sustentáveis, proporcionou a Gelotech uma alternativa mais limpa e econômica em termos energéticos. Essa parceria demonstra a importância de investir em fontes de energia renovável para diminuir os impactos negativos causados pelas emissões de CO2 na atmosfera. Além dos benefícios financeiros e ambientais, a utilização de energia renovável também fortalece a imagem da empresa, demonstrando comprometimento com a sustentabilidade e responsabilidade ambiental. Isso pode atrair mais parcerias e investimentos que valorizam práticas de negócios responsáveis.

Outras empresas que também aderiram ao mercado livre nas últimas semanas no estado foram a Padaria Tupi Guarani, localizada na cidade de Curitiba. Com um tempo de contrato com a 2W Ecobank de 7 anos, a empresa irá economizar R$ 279 mil com energia e evitar a emissão de 90,8 toneladas de CO2 na natureza. Além disso, a empresa terá à disposição carregadores para carros elétricos disponibilizados pela 2W.

A Gráfica Malires, também localizada na capital paranaense, fechou um contrato de 10 anos com a 2W para economizar cerca de R$ 892 mil e reduzir a emissão de CO2 em 249 toneladas.

A empresa Cineplus, da cidade de Campo Largo, irá economizar R$ 70 mil com energia e com isso reduzir a emissão de CO2 em 56 toneladas.

A capital paranaense teve grande procura por parte das empresas para migrarem ao mercado livre de energia nesse último trimestre. A Shopping & Sports terá uma redução de R$ 105 mil na sua conta de energia e reduzira a emissão de CO2 na natureza em 50 toneladas.

Já o Condomínio Life Residence Club irá economizar aproximadamente R$ 1 milhão com energia e evitando com isso a emissão de 195 toneladas de CO2 na natureza.

Na Região Norte do estado, em Londrina, o Grupo Londribaza Concreto e Argamassa irá economizar aproximadamente R$ 322 mil na sua conta de energia ao migrar para o mercado livre com a 2W Ecobank e com isso evitando a emissão de 125 toneladas de CO2 na natureza.

Na Região Sul do Paraná, mais precisamente na cidade de Bituruna, a empresa Águia Compensados  migrou para o mercado livre e economizará em 5 anos cerca de R$ 294 mil com energia, evitando com isso a emissão de aproximadamente 107 toneladas de CO2 na natureza.

A 2W Ecobank oferece um pacote de serviços gratuitos, como conta digital para pessoas físicas e jurídicas, e produtos voltados a empresas sustentáveis, que geralmente apresentam melhores condições de contratação (taxas, prazos). A companhia, que é uma das maiores comercializadoras de energia independentes do país, continuará oferecendo soluções do setor elétrico, como migração de consumidores para o mercado livre, e agrega ao portfólio produtos de sustentabilidade, como créditos de carbono e inventário de emissões de gases de efeito estufa. Para clientes que migraram para o mercado livre de energia com a 2W é possível acompanhar consumo de energia e telemetria, pagar a fatura de energia pela plataforma, acompanhar economia em relação ao mercado cativo e também adquirir produtos relacionados à sustentabilidade, como totem de carregamento para veículo elétrico, jornada ESG, inventário de carbono, entre outros. Ainda dentro da mesma plataforma é possível ter acesso à conta digital em que transações financeiras estarão habilitadas como Pix, Ted, entre outros.

Para entender melhor todo o processo que passa o Mercado Livre de Energia hoje e o que virá para 2024, Ciro Neto, Partner e Head de Desenvolvimento de negócios da 2W na Região Sul, esclarece abaixo algumas dúvidas para empresários e clientes que querem entender melhor sobre o Mercado Livre e como a 2W Ecobank pode levar informação, sustentabilidade e ajudar as empresas a alcançar um consumo mais consciente, limpo e inteligente:

De quem o consumidor livre compra energia e de onde vem a energia elétrica vendida no Mercado Livre?

Ciro Neto: No mercado livre de energia, os consumidores têm a opção de escolher seus próprios fornecedores e fonte (eólica, solar, hídrica…) de energia. Eles podem comprar energia diretamente de comercializadoras ou fornecedores, em vez de ficarem vinculados aos serviços da concessionária de distribuição de energia.

No Brasil, por exemplo, o mercado livre de energia elétrica a partir de 2024 será acessível para todos os consumidores de alta e média tensão, nesse mercado, os clientes podem negociar diretamente com geradores ou comercializadoras de energia para obter contratos que atendam às suas necessidades especificas. Esse processo proporciona maior flexibilidade nas condições contratuais e acesso a opções de fontes de energia diversas.

O Mercado Livre de Energia pode oferecer riscos ao consumidor?

Ciro Neto: Sim, pode apresentar alguns riscos, especialmente para aqueles que não estão familiarizados com os mecanismos do mercado. Contratos mal estruturados com termos contratuais complexos e condições pouco claras podem criar desafios para os consumidores. A inadimplência de fornecedores e comercializadoras inexperientes ou com porte inadequado aos desafios e volatilidade existentes no mercado pode representar um risco, pois fornecedores que não cumprem seus compromissos contratuais, podem gerar interrupções no fornecimento ou custos adicionais, aos seus clientes, logo é importante que os consumidores estejam cientes desses riscos e tomem medidas para mitigá-los, como realizar uma análise cuidadosa dos contratos, escolher fornecedores confiáveis.

Por outro lado, contratos bem estruturados e empresas sérias, robustas e comprometidas em prestar um bom serviço aos seus clientes, alavancam o ambiente de segurança retirando seus clientes da exposição as bandeiras tarifárias, garantindo a fonte da qual energia consumida é proveniente e agregando valor e novas receitas através de serviços que as empresas até então não tinham acesso junto a sua distribuidora.

Quais são as vantagens da abertura do Mercado Livre de Energia?

Ciro Neto: São inúmeras as oportunidades e vantagens, a maior delas é o papel ativo que os clientes passam a ter, pois a abertura do mercado irá possibilitar que o exercício do consumo seja mais eficiente e sustentável e em alguns casos a custos menores, esse movimento também irá contribuir para o desenvolvimento econômico do Brasil, pois uma maior competição irá estimular fornecedores a criar soluções inovadoras para atração de novos clientes.

Que tipo de consumidor pode se beneficiar no Mercado Livre e o que muda em 2024?

Ciro Neto: Todo consumidor do grupo A ligado em alta e média tensão já pode se beneficiar com a abertura do mercado, pois como um dos ritos do processo de migração envolve a denúncia do contrato existente junto a distribuidora 6 meses antes da data de renovação, todos clientes do grupo A já podem iniciar desde agora seu processo de adesão ao mercado livre de energia.

Como a 2W pode ajudar uma empresa a aderir ao Mercado Livre de Energia?

Ciro Neto: A migração para o mercado livre de energia é um processo complexo que envolve diversos aspectos regulatórios, contratuais e técnicos. Empresas especializadas em consultoria e gestão de energia, como a 2W ecobank, podem oferecer uma variedade de serviços para ajudar as empresas nesse processo. Suportamos nossos clientes desde a análise de viabilidade para identificar o perfil de consumo até a identificação se as condições infraestrutura são adequadas para migração. Além disso somos a primeira empresa a oferecer uma proposta de valor que permitem aos nossos clientes se adequarem rapidamente as melhores práticas ESG, contribuindo desta forma para que nossos clientes se posicionem de forma mais competitiva e sustentável dentro do seu mercado.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná. Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social. Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos. Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas. Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005). Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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