Bureau Veritas vai auditar programa pioneiro da Bayer

Bureau Veritas vai auditar programa pioneiro da Bayer

Serviço inédito no mercado realiza a medição desde a produção dos insumos agrícolas até a comercialização

O Bureau Veritas, líder mundial em Teste, Inspeção e Certificação (TIC), é responsável por auditar o PRO Carbono Commodities, programa pioneiro da Bayer de mensuração da pegada de carbono na produção de soja no Brasil. A Bayer e Embrapa desenvolveram uma calculadora, adaptada para climas tropicais, para calcular a pegada de carbono em todas as etapas da cadeia produtiva.

“Produzir mais com menos, enquanto regeneramos mais”, é a  visão da Bayer para a agricultura. O objetivo é proporcionar maior transparência e sustentabilidade na produção de insumos agrícolas, quantificando e garantindo rastreabilidade de todo o processo, desde a utilização de insumos como  sementes e fertilizantes, consumo de combustível nas operações do campo e de logistica até a entrega para  traders, convertendo cada contribuição para CO2 equivalente.

“Minimizar os efeitos do aquecimento global e ser mais sustentável são demandas que estão cada vez mais atreladas a todos os setores, principalmente o agro. A tendência é que as empresas deem preferência para fornecedores que tenham o mínimo de emissão de carbono possível alinhados com as tecnologias desenvolvidas que são essenciais para auditar o programa PRO Carbono Commodities e garantir a eficácia da mensuração”, afirma Andressa Lisboa, diretora de Certificação e Auditoria do Bureau Veritas.

O programa da Bayer mensura a pegada de carbono e garante rastreabilidade de todo o processo de produção do grão além de propor planos de intervenção com ações que ajudam a diminuir a emissão de carbono, ao mesmo tempo em que contribui para a restauração das áreas de cultivo. As calculadoras que existem atualmente foram desenvolvidas para climas temperados, o novo programa inova ao capturar grande parte dos dados primários de maneira automatizada, através de soluções digitais, revelando que as emissões médias de CO2 dos produtores participantes são menores do que a média da pegada brasileira reportada em bases internacionais.

Segundo Andressa, o diferencial da calculadora desenvolvida pela Bayer e Embrapa é levar em consideração as diferenças da agricultura praticada em áreas tropicais como o Brasil, considerando por exemplo o comportamento do solo, tipos de manejo, culturas e número de safras no ano, ao invés de se basear em referências de clima e solo da Europa e EUA que não condizem com a nossa realidade.

Inicialmente aplicada à soja, a metodologia tem potencial para também ser expandida para outras culturas. A base do cálculo é semelhante para as commodities, porém cada cultura tem necessidades diferentes e especificidades, logo, todo o processo é adaptável.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná. Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social. Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos. Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas. Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005). Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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