Visa publica o primeiro Índice de Capital de Giro de empresas de médio porte

Visa publica o primeiro Índice de Capital de Giro de empresas de médio porte

Empresas de médio porte da região estão otimistas em relação a 2024

As empresas de médio porte da América Latina e Caribe (LAC) têm grande potencial para se tornarem as novas gigantes empresariais de amanhã, mostrando-se extraordinariamente resilientes à medida que crescem e alcançam novos públicos globais.

Dados os desafios enfrentados por essas empresas em crescimento no cenário econômico atual, a Visa (NYSE:V) anunciou seu primeiro Índice de Capital de Giro de empresas em crescimento 2023-2024 (WCI), o qual examina as condições comerciais, as necessidades e os requisitos de capital de giro dessas empresas. Os resultados revelam que, embora essas organizações enfrentem desafios para garantir soluções de capital de giro, a LAC é líder global no uso de soluções de capital de giro entre empresas em crescimento – 84% das empresas em crescimento da região acessaram soluções de capital de giro no ano passado, o maior índice de utilização entre todas as regiões analisadas pelo estudo.

O Índice de Capital de Giro destaca que, para 7 em cada 10 entrevistados da LAC, as soluções de capital de giro permitem que suas empresas atendam melhor a demanda dos clientes e aproveitem mais oportunidades e a expectativa é que 94% delas venham a acessar soluções de capital de giro externo em 2024. A região também lidera no uso estratégico de capital de giro por empresas em crescimento: 41% o investiram em iniciativas planejadas para expandir o negócio, alcançando assim a maior eficiência e totalizando as pontuações médias mais altas do índice.

“É emocionante ver nossa região na dianteira da adoção de soluções de capital de giro para impulsionar o crescimento, ganhar eficiência operacional e responder com agilidade às atuais oportunidades de negócios”, disse José Luis Gonzales, líder de Soluções de Comerciais da Visa na América Latina e Caribe. “Os resultados mostram que a saúde desse setor vibrante na LAC é muito promissora e, na Visa, estamos comprometidos a ajudar essas empresas a prosperar com as melhores soluções de movimentação de dinheiro digital e com insights exclusivos do setor para todo o ecossistema empresarial, proporcionando assim uma perspectiva futura da mudanças nas prioridades mais importantes dos líderes financeiros do mercado de médio porte.”

O estudo entrevistou CFOs e tesoureiros de empresas em crescimento, chamadas muitas vezes de empresas de médio porte. Elas compõem um segmento com necessidades e capacidades únicas que, muitas vezes, fica à margem das empresas de pequeno e grande porte que contam com soluções específicas. Embora a maioria dos bancos tenda a classificá-las como empresas com faturamento anual de US$ 50 milhões a US$ 1 bilhão, o relatório vai mais a fundo para determinar o que diferencia as empresas que ajudam a impulsionar as economias e por que elas precisam das soluções de capital de giro certas.

Os benefícios de acessar capital de giro externo

O novo Índice de Capital de Giro da Visa destaca que as empresas em crescimento na LAC obtêm benefícios substanciais ao acessarem capital de giro externo: mais de 8 em cada 10 diretores financeiros afirmaram que as soluções de capital de giro permitem que as empresas em crescimento obtenham custos de capital e condições de pagamento melhores quando embarcam em novas parcerias e iniciativas comerciais. Além disso, mais de 8 em cada 10 reconhecem que as soluções de capital de giro externo protegem as empresas contra a instabilidade macroeconômica.

Outros resultados do índice WCI para a América Latina:

  • A escolha das soluções de capital de giro externo na LAC depende mais do setor de atuação do que das localidades. Por exemplo, empresas em crescimento no segmento de frotas e mobilidade acessaram principalmente o cheque especial e os cartões corporativos. As empresas de viagens comerciais destacaram-se pelo alto uso de factoring, enquanto o setor agro utilizou principalmente empréstimos de capital de giro e linhas de crédito bancárias. Para as pouquíssimas empresas (4%) que não conseguiram acesso a nenhuma solução de capital de giro, as barreiras foram os custos e as exigências dos emprestadores.
  • O uso de capital de giro para o objetivo explícito de expandir o negócio com iniciativas planejadas é especialmente alto entre empresas que fornecem serviços de frota e mobilidade na LAC. Segundo quase 6 em cada 10, esse foi o principal motivo para o uso de capital de giro – a maior parcela entre os setores e regiões analisados.
  • A região da LAC também apresentou um percentual de uso de soluções de factoring acima da média dos setores examinados. Aqui, 11% acessam a solução com maior frequência, enquanto na Europa Central, Oriente Médio e África (CEMEA), esse percentual é de 3%.
  • Os cartões virtuais corporativos representam uma oportunidade importante para as empresas da LAC, visto que foram usados por 8,3% das empresas em crescimento da região em viagens comerciais, incluindo 25% das empresas do setor de frota e mobilidade e 16% dos negócios do setor agro. O uso de cartões virtuais como opção de capital de giro deve triplicar no próximo ano. O aumento mais substancial deve vir de marketplaces online que operam globalmente e na LAC. As organizações de melhor desempenho estão 35% mais propensas do que a média das empresas em crescimento na LAC a acessar cartões virtuais corporativos no próximo ano, o que representa metade dos usuários projetados.
  • Os bancos são as fontes mais populares de assessoria financeira na região, com 61% das empresas da região buscando orientação de seus gerentes bancários.

“A Visa está focada em investir para ajudar as empresas em crescimento a prosperar: as empresas de médio porte têm um potencial imenso para se tornarem as gigantes empresariais de amanhã”, disse Alan Koenigsberg, vice-presidente sênior e líder global de Soluções Comerciais da Visa para mercados grandes/médios, tesouraria e verticais do setor. “O objetivo da Visa com o Índice de Capital de Giro de Empresas em Crescimento 2023-2024 era entender melhor o impacto das soluções de capital de giro na eficiência operacional dessas empresas. “Este relatório é um referencial importante para medir a saúde desse próspero setor e a capacidade de alinhar soluções de capital de giro com as necessidades e expectativas dos CFOs e tesoureiros que dependem delas para expandir os negócios.”

O Índice de Capital de Giro de Empresas em Crescimento 2023 classifica as empresas em uma escala de 0 a 100, onde 100 representa o índice perfeito de eficiência operacional com o uso de soluções de capital de giro. A pontuação média do Índice de Capital de Giro (WCI) para os 873 CFOs analisados ​​é 49, o que indica um grande desalinhamento quando se contrasta as necessidades do setor com as opções de capital de giro disponíveis e o acesso a elas.

Olhando para o futuro, em todas as regiões, a maioria dos CFOs entrevistados espera condições de mercado mais estáveis em 2024; além disso, parecem menos preocupados com uma recessão iminente ou fricção na cadeia de abastecimento do que nos anos anteriores. Também esperam uma melhora nas condições negociais de modo geral. Por isso, os CFOs parecem estar mais interessados ​​em expandir o uso de soluções de capital de giro para financiar investimentos mais estratégicos e impulsionar o crescimento.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná. Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social. Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos. Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas. Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005). Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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