Jovens renunciam aos bens de consumo migrando para a economia compartilhada

Jovens renunciam aos bens de consumo migrando para a economia compartilhada

Um estudo publicado pela empresa de consultoria PwC estipula que a economia colaborativa já movimenta cerca de US$ 15 bilhões anualmente, podendo chegar a US$ 335 bilhões até 2025. O dado mostra que, mais do que nunca, as pessoas, e em especial os jovens, estão renunciando à posse de bens em benefício do uso, uma vez que esse modelo proporciona acessibilidade e economia significativa aos consumidores.

“Ao compartilhar recursos, tanto os consumidores quanto as empresas conseguem reduzir custos financeiros. Mais do que isso, a economia compartilhada também promove mais acessibilidade ao facilitar o acesso das pessoas a bens e serviços. Naturalmente, esses fatores também contribuem para o meio ambiente ao reduzirem o desperdício e promover o consumo sustentável”, afirma Teo Figueiredo, CEO da OMO Lavanderia, rede de lavanderias da Unilever.

Para o executivo, as opções hoje disponíveis no mercado contribuem para o avanço da economia compartilhada no Brasil. Se em outros momentos parecia estranho compartilhar moradia e carro, por exemplo, hoje essa realidade já é outra, já que as pessoas têm optado por esses serviços e itens compartilháveis. “De coworking à lavanderia, de cafeteira à guarda-chuva. As opções são inúmeras e trazem ao consumidor a possibilidade de escolher o que se adequa melhor à sua realidade. É uma tendência de consumo que tende a se manter forte também nos próximos anos”, garante.

Lavanderias 100% automatizadas

No caso das lavanderias compartilhadas e 100% automatizadas, o CEO explica que a aposta neste serviço surgiu como uma forma de fomentar o acesso às lavanderias profissionais no Brasil. “Considerando que os novos empreendimentos estão cada vez menores e muitas vezes não possuem áreas de serviço, e também o fato das pessoas estarem em constante movimento, seja para viajar ou morar em outra cidade para estudar, esse modelo de serviço surge como uma opção atrativa e que supre as necessidades de cuidados com as roupas e tecidos dos consumidores”, pontua Figueiredo.

Com operação das lavanderias compartilhadas iniciada em 2019 em prédios e condomínios residenciais, e das lojas de rua – nos formatos especializada, express e self-service – em 2020, a rede de serviços da OMO Lavanderia já está presente em todas as regiões do Brasil. “Nestes quatro anos de operação, buscamos democratizar o acesso ao serviço de lavanderia no Brasil com um processo proprietário de lavagem. Ele foi construído com o nosso P&D, para uma melhor performance e entrega”, conta Téo Figueiredo.

 

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná. Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social. Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos. Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas. Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005). Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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