5 razões que fazem da cesta básica o melhor benefício alimentício

5 razões que fazem da cesta básica o melhor benefício alimentício

Os benefícios corporativos são um fator importante para obter melhores resultados nas empresas e promover uma boa relação entre empregador e funcionário. Além de satisfação e engajamento profissional, pensar na qualidade de vida do colaborador ao oferecer atividades que prezem o bem-estar ou mesmo uma alimentação adequada pode ajudar a aumentar a produtividade da equipe.

A cesta básica aparece nesse cenário como uma opção nutritiva e muito vantajosa por contemplar não apenas o funcionário, mas também toda à família. Quando uma corporação a oferece, demonstra cuidado com cada colaborador.

Quando comparada ao vale alimentação, por exemplo, mostra-se uma opção mais vantajosa. “Atualmente, empresas do ramo oferecem um baixo custo de produto em relação aos supermercados, opções nutricionalmente mais vantajosas que os vales e qualidade e diversidade de alimentos, tornando viável e a melhor opção de benefícios na área alimentícia”, pontua Renato Xavier, diretor da Cesta Nobre, empresa que é referência no segmento alimentício, fornecendo, desde 1997, cestas de alimentos e de natal.

O empreendedor elencou cinco motivos que comprovam a eficiência das cestas em relação aos vales. Confira!

Garantia do uso do benefício pelo funcionário

Infelizmente, muitas pessoas utilizam seus vales-alimentação para se beneficiar de coisas que fogem da ideia que ele traz, como a compra de bebidas alcóolicas. Por outro lado, a cesta dificilmente será vendida ou trocada, portanto a garantia que o benefício será destinado exclusivamente para a alimentação saudável do colaborador e de sua família é certa.

Valor social da cesta básica

Ao receber esse benefício, a família do colaborador sente-se bem ao saber da garantia de saúde e alimentação que as cestas proporcionam.

Valor econômico que resulta na quantia de alimentos

O preço de alimentos no supermercado é de 15% a 35 % mais caros que os itens da cesta básica. Portanto o funcionário terá menos poder de compra e consequentemente menos alimento na mesa.

Taxas abusivas

As taxas cobradas pelos fornecedores de vales alimentação são muito abusivas. Algumas empresas chegam a cobrar até 6% do valor do benefício depositado. Para piorar, também cobram a taxa de emissão de cartão que variam de R$ 4,00 a R$ 20,00 por unidade, entre outras taxas.

Contratos a longo prazo

Grande parte das empresas de vale-alimentação constituem contratos de longo prazo, trazendo ainda mais burocracia e bloqueando manobras de clientes, caso necessitem de uma rescisão.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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