Americanas vai à Justiça

A 4ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro concedeu medida de tutela de urgência cautelar à Americanas. A decisão do juiz Paulo Assed, suspende toda e qualquer possibilidade de bloqueio, sequestro ou penhora de bens da empresa.
Nesta sexta-feira (13), a companhia informou que as agências de classificação de risco Fitch Ratings e S&P Global Ratings rebaixaram sua nota de crédito. A Fitch Ratings rebaixou a nota de crédito da Americanas na escala global de ‘BB’ para ‘CC’ e de ‘AA+(bra)’ na escala nacional para ‘CC(bra)’. O rebaixamento se reflete nos ratings dos bonds e debêntures da companhia. Já a S&P Global Ratings cortou a nota de crédito global da Americanas de “BB” para “B” e a nacional de “brAAA” para “brA-”, colocando as duas em observação negativa.
Analistas afirmam ser difícil mensurar os impactos, mas acreditam que a maior parte das inconsistências não deve comprometer a posição de caixa das empresas. Observam, no entanto, que as notícias mostam a fragilidade da governança corporativa da empresa e da transparência na divulgação de suas informações.
Para Mônica Cerqueira, CEO da Make the Way, consultoria de tecnologia voltada para projetos de Inteligência Artificial, Deep Learning e Big Data, “é notório que os R$ 20 bilhões fazem parte de um ecossistema de muitos períodos da Americanas. Como uma empresa de tecnologia, nos deslumbramos com a possibilidade de sempre deixar o dado à disposição do cliente, trabalhar num primeiro aspecto sempre uma posição estratégica de que os tomadores de decisão consigam avaliar o ecossistemas das suas informações financeiras, fiscais e contábeis, de uma forma muito 360° e imediata”.
As ações ordinárias da Americanas subiram 15,81% nesta sexta-feira (13) e foram cotadas a R$ 3,15.







