América Latina lidera o mundo em maturidade na experiência do cliente

Todas as empresas, não importa o porte ou segmento, estão hoje sob pressão para oferecer uma experiência ao cliente (CX) da qual possam se orgulhar. Para apoiar as organizações nesse sentido, a Zendesk, em parceria com a Enterprise Strategy Group (ESG), realizou durante os meses da pandemia um estudo na América Latina para entender como e em até que ponto a adoção de melhores práticas em CX melhora a capacidade de oferecer uma experiência superior ao cliente e às equipes internas de atendimento, além de incrementar os resultados do negócio.

Para analisar os dados, a ESG criou um modelo que segmenta os respondentes (e as organizações que eles representam) em três níveis de maturidade de atendimento e suporte: campeões, em crescimento e iniciantes. O estudo descobriu que existe uma ligação clara entre as empresas com maior maturidade em experiência do cliente e um maior sucesso em participação de mercado, aumento dos gastos dos clientes e processos mais ágeis nos últimos seis meses.

O levantamento mostra que a América Latina está à frente do resto do mundo em termos de maturidade, onde 39% das organizações são campeãs, 34% estão em crescimento e 28% são iniciantes em atendimento ao cliente. Mas, o que torna uma empresa referência em CX? A seguir, explicamos as diferenças entre cada uma delas:

Campeões

De acordo com o estudo, os campeões representam 39% do mercado latinoamericano e 41% no Brasil. Essas empresas têm 4,4x mais probabilidade de exceder suas metas de CSAT (nível de satisfação do cliente), o que as tornam 2,3x mais propensas a ganhar participação de mercado, mesmo em tempos difíceis, como nesta pandemia, e com 6,5x mais chances de aumentar os gastos dos seus clientes.

Elas empregam seis ou sete das melhores práticas prescritas em nosso modelo de maturidade, investem em ferramentas para melhorar a performance da equipe, como soluções que permitem que os agentes de atendimento façam bem o seu trabalho, e capturam muitos dados em tempo real, que apoiam no atendimento e nas tomadas de decisão. Todas essas melhores práticas se refletem em resoluções mais rápidas aos clientes.

As empresas campeãs são, em média, 37% mais rápidas do que as demais em resolver o problema de seus consumidores. Além disso, elas têm 1,5x mais probabilidade de ter um tempo médio de primeira resposta abaixo de uma hora, 2x mais probabilidade de relatar que menos de 1% dos problemas do cliente não podem ser resolvidos, e equipes de suporte mais felizes (com 5,8x mais probabilidade de classificar como nada problemática a taxa de rotatividade do time).

Em crescimento

Estas organizações fizeram progressos significativos no atendimento ao cliente e na curva de maturidade de seu suporte. Elas adotam quatro ou cinco das melhores práticas do nosso modelo de maturidade, mas ainda têm uma margem para melhorar a captura em tempo real dos feedbacks de seus clientes e usá-los em suas decisões de negócio.

Além disso, elas raramente afirmam ter à disposição todas as métricas de apoio que gostariam de ter e, apenas um quarto delas acredita fornecer as melhores ferramentas para as equipes de suporte. Essas empresas representam 34% do mercado latino americano.

Iniciantes

Estas organizações são as menos maduras hoje em dia quando se trata de atendimento e suporte ao cliente. Elas adotam três ou menos das melhores práticas do nosso modelo de maturidade e, geralmente, têm equipes que necessitam de mais treinamento, estão sobrecarregadas com suas cargas atuais de trabalho e não possuem os dados ou ferramentas corretas para agir de acordo com o retorno do cliente. Essas empresas representam 28% do mercado latinoamericano.

“As empresas que colocam o cliente no centro de suas estratégias de negócio têm seus níveis de satisfação mais altos e, clientes felizes são mais propensos a se tornarem fiéis e promover a marca”, diz Luiz Antunes, diretor de Solutions Consulting da Zendesk na América Latina.

“Minhas três principais dicas para aquelas empresas que ainda não são campeãs no serviço ao cliente é, em primeiro lugar, focar no desempenho do CX, colocá-lo realmente como uma área crítica para o sucesso do negócio. A segunda dica é investir mais tempo e esforço na capacitação da equipe de suporte e, por fim, adotar ferramentas e tecnologias que viabilizem um bom atendimento ao cliente”, acrescenta.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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