Promoções e saldos de estoque: como evitar o estorno?

Promoções e saldos de estoque: como evitar o estorno?

Os varejistas mal tiveram tempo de contabilizar os acertos e erros da Black Friday e das vendas de Natal, mas já precisam mudar o foco para as promoções e saldos de estoque. Não restam dúvidas de que o e-commerce conquista cada vez mais adeptos no Brasil e no mundo, mas mesmo diante desse cenário de otimismo é preciso tomar alguns cuidados para não amargar prejuízo depois de tanto trabalho.

E um dos principais vilões dos lucros nos marketplaces é, sem dúvida, o estorno de vendas. Ele chega como um balde de água fria para o seller. Afinal, já imaginou dedicar tanto esforço para a criação do anúncio, precificação e campanhas de marketing para gerar o desejo de compra e, de repente, se deparar com um pedido de cancelamento?

Infelizmente, isso acontece com alguma frequência, mas é possível se vacinar contra esse tipo de prejuízo. Na maioria dos canais, quando a venda é cancelada, ela é estornada da conta do seller, porém a comissão continua sendo cobrada. Esse ponto merece atenção redobrada, afinal o comerciante perde dinheiro duas vezes.

Normalmente após o cancelamento, a devolução do valor cobrado pela comissão é devolvido, porém é preciso cuidado! Apesar de também estornarem a cobrança da comissão, determinados canais fazem a cobrança de uma taxa administrativa de reembolso. Ainda que não seja feita a cobrança da comissão, há o desconto de uma taxa de cancelamento de venda.

Dentre os principais motivos para o estorno de vendas estão o arrependimento e insatisfação do cliente, o preço diferente da concorrência e o produto diferente do que foi anunciado. Existem ainda os estornos causados por erros de operação, tais como pedido sem confirmação de devolução, falta de estoque por parte do vendedor e produto não enviado.

Toda essa complexidade acaba gerando uma grande quantidade de dados e muito trabalho, porém já existem ferramentas disponíveis no mercado para ajudar os sellers a terem uma operação mais segura. Além do básico de um bom ERP e um bom hub, é importante optar por sistemas que tragam velocidade e segurança para a gestão financeira de um e-commerce.

Uma das opções é o KONCILI, software líder na conciliação de pagamento dos marketplaces, criado e desenvolvido pelo Grupo DB1, que oferece relatórios completos na tela de lançamento, onde é possível identificar os principais motivos de seus estornos para focar em soluções que permitam melhorar não só a gestão, mas também a rentabilidade.

Além de controlar de forma fácil e eficiente as finanças, o empresário dará adeus às planilhas manuais de repasses que tantas horas consomem. As intermináveis horas de conciliação viram minutos com total clareza sobre suas vendas e recebimentos.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 52 anos na área de jornalismo, sendo 50 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Há 25 anos é professora titular do curso de Jornalismo da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 19 anos de blog, mais de 50 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 21 prêmios, com destaque para Embrapa Floresta (Menção Honrosa em 2025); VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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