Empresas brasileiras já podem ter banco digital com marca própria

Empresas brasileiras já podem ter banco digital com marca própria
A empresa de tecnologia Mobile2you, mobile-house que desenvolve produtos digitais sob medida, lança no Brasil um serviço sem igual no mercado que possibilita qualquer empresa oferecer um banco digital com marca própria para seus clientes, colaboradores e parceiros. As empresas passaram a criar produtos financeiros para explorar seu nicho de atuação, como no caso de varejistas que trabalham com venda direta e oferecem a conta digital como ferramenta de trabalho para seus revendedores, facilitando o cotidiano deles e, ao mesmo tempo, gerando novas linhas de receitas para as empresas.

Muitas empresas aderiram à efervescente toada da criação de unidades de negócios financeiros e muitas delas passam pelo braço conhecido como Fintech as a Platform criado na Mobile2you, que provém a solução completa de Bank-in-a-Box, desde o core bancário até a experiência do usuário final.

“Criamos toda a experiência do banco digital para a empresa. Criamos um formato de licenciamento de software de banco digital onde cuidamos do end-to-end, desde a seleção do melhor parceiro de Banking as a Service (BaaS), etapa regulatória, estruturação das regras de negócios e como elas se refletem na experiência do usuário por meio dos aplicativos mobile” explica Caio Bretones, fundador e CEO da Mobile2you.
 
O grande diferencial da plataforma oferecida em forma de licenciamento de software é a agilidade no lançamento ao mercado, com a flexibilidade da empresa optar pelo seu fornecedor de core bancário preferido ou usufruir das credenciais da Mobile2you nos principais provedores de BaaS do mercado.

“As empresas de core bancário oferecem seus serviços por meio de APIs para integração e, no máximo, um modelo White-label de aplicativos, impossibilitando seus clientes de sentirem valor percebido, uma vez que as APIs são abstratas com a ausência das plataformas que chegam na mão dos usuários finais. Acreditamos que o formato White-label de contas digitais encontrados no mercado engessam a operação do cliente, uma vez que o produto financeiro necessita de constante evolução. Esse é o propósito da nossa plataforma: uma solução modularizada e em constante evolução”, destaca Bretones.

Por meio de uma plataforma agnóstica, ou seja, que pode ser plugada em diversos fornecedores de core bancário e de micro-serviços financeiros (como seguro, microcrédito, ferramenta de investimento, gateway de pagamento, emissão de cartão de crédito, sub-adquirência, entre outros), a oferta em formato do software licenciado permite escalabilidade, agilidade e segurança de uma plataforma madura e que está em constante evolução. Recentemente houve a adição do Pix, que em poucos meses se tornou o meio de pagamento mais utilizado pelos brasileiros.

“No Brasil, quando uma empresa encomenda um banco digital aos provedores de tecnologia bancária, eles não oferecem a experiência completa do back-end ao front end. É preciso contratar múltiplos fornecedores para isso, gerando fricção e um cronograma de implantação que pode chegar a 1 ano de desenvolvimento. A nossa ideia, além da possibilidade de oferecer o formato de licenciamento, é também permitir que as empresas possam adquirir o software e a propriedade intelectual do sistema criado sob-medida para sua corporação, com suas regras de negócios e peculiaridades”, comenta Bretones.

Com as APIs, que são como uma “teia digital” que tem como função conectar diversas aplicações e integrar sistemas com diferentes linguagens, a unidade de negócio Fintech as a Platform também oferece módulos que podem ser montados como peças de LEGO, permitindo que empresas adicionem ao seu ecossistema financeiro, além dos micro-serviços destacados acima, também conta com uma loja de aplicativos própria (F-App Store) com soluções no formato plug & play que visam agregar ao produto principal, como no caso de chatbot via WhatsApp para realização de transferências, TED, recargas e consulta de saldo e extrato.

A composição dos serviços e módulos definem o valor mensal da assinatura, que pode ser reajustada com a inclusão de novos módulos. A estratégia ao agregar novos módulos para os bancos digitais resume-se a dois fatores principais: criar novas linhas de receitas para a operação e oferecer uma experiência única ao usuário na ponta final.

Atualmente a Mobile2you conta com mais de 50 clientes, dentre eles empresas que adotaram o banco digital como parte da sua estratégia corporativa, gerando novas linhas de receitas para as empresas acima de R﹩ 5 milhões ao ano e com movimentação superior a R﹩ 300 milhões ao ano. Como provedora do software de banco digital, 77% do faturamento da Mobile2you é representado por empresas que são fintechs ou techfins – empresas que possuem o DNA de tecnologia e agora mergulharam no mundo financeiro, não se limitando a ele.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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