Copel aposta em investimentos sustentáveis para os próximos anos

Copel aposta em investimentos sustentáveis para os próximos anos
Subestação Copel - Curitiba, 18/02/2020 - Foto: José Fernando Ogura/AEN

Como signatária do Pacto Global da ONU e adepta dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, a Copel está ciente dos desafios que o setor energético mundial tem para zerar as emissões de carbono na próxima década. De acordo com a Organização Meteorológica Mundial (OMM), há cerca de 40% de chance de a temperatura global média anual atingir um aumento temporário de 1,5° C em pelo menos um dos próximos cinco anos.

A previsão acende um alerta vermelho por estar abaixo do esperado do que foi combinado em 2016, quando países-membros da ONU assinaram o Acordo de Paris estipulando metas de redução das emissões de gases de efeito estufa a partir de 2020.

O tema já era apontado como prioritário na década de 1980, quando o governo de Portugal escolheu o dia 29 de maio como Dia Mundial da Energia, justamente para incentivar o uso racional e eficiente desse recurso cada vez mais necessário para pessoas, empresas e governos.

Menos emissões 

Embora o parque gerador da Copel já seja majoritariamente movido por fontes de energia renovável – são 17 hidrelétricas, 25 eólicas e apenas uma termelétrica entre usinas próprias – a empresa, em 2021, elaborou seu Plano de Neutralidade de Carbono para contribuir de maneira mais efetiva na economia de neutralidade, com metas baseadas em ciência e o objetivo de neutralizar suas emissões até 2030 (ODS 13).

“O inventário de gases de efeito estufa que a Copel mantém desde 2009 aponta emissões mais representativas na queima de combustível e na mudança do solo, como nos casos de supressão vegetal. Além de reduzir emissões, estudaremos alternativas de compensação no caso de ativos que a Companhia detém controle operacional”, afirma a superintendente da Coordenação de Sustentabilidade da Copel, Luisa Nastari.

Outra implantação importante na área ambiental, social e da governança na Copel é a criação de um Comitê de Desenvolvimento Sustentável com a finalidade de auxiliar o Conselho de Administração da empresa na proposição de diretrizes, políticas e principais temas relacionados a ESG (environmental, social and corporate governance). A criação do comitê consta no novo estatuto social da empresa, aprovado em 2021.

Outras fontes 

A Copel também está acompanhando todas as tendências da chamada transição energética, que além da descarbonização também envolve a digitalização e a descentralização da geração de energia elétrica, em sistemas da chamada geração distribuída.

Em março de 2021, a Copel colocou em operação sua primeira usina solar, no município de Bandeirantes, norte do Paraná. Com um total de 5,36 MWp (megawatt-pico) de potência instalada, o projeto vai gerar energia suficiente para atender o consumo de aproximadamente 10 mil pessoas.

Nesse novo tipo de projeto, a Companhia implanta e opera as unidades de geração distribuída de energia, e o cliente assina um contrato de aluguel da usina. A energia gerada é usada para compensar o consumo, resultando em desconto na conta de luz.

 

 

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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