ALL formaliza entrada no Novo Mercado
Com R$ 3 bilhões de faturamento e mais de R$ 6 bilhões investidos ao longo de sua história, a América Latina Logística – ALL (Bovespa: ALLL3) entra em uma nova etapa, formalizando sua entrada no Novo Mercado, conjunto de regras societárias reconhecidas como o mais alto nível de governança. Dessa forma, a ALL realiza um antigo desejo da Companhia, desde que se tornou pública em 2004. Por ocasião de seu IPO, a empresa não pode entrar no Novo Mercado por restrições regulatórias ao modelo de concessão, que exigiam a manutenção de um grupo de controle. Ainda assim, ela já operava no Nivel II com várias caracteísticas de Novo Mercado, muito próxima ao nivel máximo de governança corporativa.
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Para se enquadrar nas normas, a empresa converteu suas ações preferenciais em ordinárias, na razão de 1 ação ordinária para cada 1 ação preferencial e agrupando 5 ações ordinárias em 1 (uma) nova ação ordinária. Para que não haja fração de ações, os agrupamentos que não eram múltiplos de cinco recebem ações doadas pelos acionistas controladores ou por pessoas por eles indicadas. A conversão das ações foi aprovada em duas assembléias com unanimidade e passa a vigorar no dia 22 de outubro.
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Resultando em maior transparência e liquidez tanto para acionistas e investidores, o novo modelo de capital social não muda controle atual da empresa. Para a BM&FBovespa, a valorização e a liquidez das ações são influenciadas positivamente pelo grau de segurança oferecido pelos direitos concedidos aos acionistas e pela qualidade das informações prestadas pelas companhias.
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Focada no mercado de capitais e nas melhores práticas, a ALL conseguiu migrar para o Novo Mercado em decorrência de recentes mudanças normativas favoráveis a reestruturação do capital em agosto deste ano.
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“Esse é um momento importante para a ALL, pois a migração para o Novo Mercado da Bovespa é a coroação do esforço já adotado pela empresa desde que entrou no mercado de capitais. Além disso, nossa estrutura de capital fica mais flexível , afirma o presidente da ALL, Paulo Basílio.








