Rede sugere cautela ao consumidor em peíodo de festas

A expectativa para este fim de ano é que o volume de vendas registre marca de R$ 11 bilhões. O momento exige atenção para o comércio e as finanças. O executivo da Rede Check OK, especializada na verificação de crédito e soluções de meios de pagamento, com 11 anos de atuação no comércio, Marcos Siqueira, adverte que se não houver cuidado por parte do consumidor e da rede varejista, a inadimplência pode ter uma alta variação no trimestre pós-carnaval, quando as atividades voltam á  sua rotina.

O executivo destaca dois fatores, como o aumento constante na oferta de crédito e o movimento com o pré-carnaval, que acabam tendenciando o consumidor a entender em seu subconsciente que as férias do trabalho são ‘férias’ no controle financeiro, o que determina o comportamento em relação ao peíodo. A inadimplência não aparece agora, em peíodo de Natal ou Ano Novo porque muitos recebem o 13º e efetuam compras, mas depois, quando esse dinheiro extra acaba e as parcelas permanecem”, completa o executivo.

Segmentos como alimentos, móveis, eletrodomésticos, informática e veículos merecem destaque. Além dessas datas, a rede também orienta em relação á s ofertas de turismo. Cuidado em relação ao descontrole com cheque ao adquirir pacotes tuísticos tanto no Brasil, quanto no exterior”, destaca Siqueira.

Não estamos preocupados com a inadimplência agora, mas disponibilizamos desde já ferramentas para que o comércio evite esse quadro justamente depois do carnaval. A cautela deve ser tanto do comerciante quanto do próprio consumidor, que no final, é quem sofre a maior parte do prejuízo”, explica.

A Rede, que oferece serviços e produtos para consulta de crédito de pessoa física e juídica, anuncia para este ano novidades em seu portfólio. Estamos crescendo e com isso, ampliando nosso leque. Em breve anunciaremos novo nicho de atuação, com foco na parceria com nossos clientes e revendas. Temos a prevenção com a consulta e a garantia de forma que o comércio aproveite o ‘boom’ das vendas com tranquilidade sem ter que pensar nos efeitos nos meses de março, abril e maio”, finaliza Marcos Siqueira.

Soma

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