Empresas trocam festas tradicionais de fim de ano por confraternizações de verdade
Muitos empresários têm refletido sobre o real significado da festa de fim de ano nas empresas. E a conclusão a que estão chegando é de que sem um planejamento da confraternização, com foco na união da equipe, os jantares, as cestas de Natal ou mesmo os amigos secretos†não têm significado algum. Já para uma boa parte dos trabalhadores, este encontro passou a ser mais uma obrigação, ou uma oportunidade de diversão com o grupo de afinidade, sem impacto nas relações com os colegas de outros setores da empresa e sem a importante reflexão sobre o ano de trabalho que termina e o novo ano que se aproxima.
Segundo o consultor em desenvolvimento pessoal e de equipes, Sérgio Naguel, de nada adianta as empresas investirem alto em uma festa de fim de ano se a comunicação interna, os relacionamentos interpessoais e a relação entre os gestores e os colaboradores não estão bem. Ou seja, neste ambiente, a festa é tempo perdido para quem promove e para quem participa. Outro exemplo de situação arriscada é o amigo secreto das empresas. Se não há descontração e o mínimo de afinidade entre os participantes, a atividade vira problema.
Para transformar a confraternização de fim de ano em algo positivo, algumas empresas estão deixando de lado os jantares tradicionais e apostando em atividades diferentes. Neste sentido, o que viu neste mês de dezembro em algumas empresas foram encontros com jogos de integração e diversão, como a dança coletiva, passeios com um dia de lazer para os funcionários e ainda um tour de familiares dos colaboradores, no caso de estabelecimentos industriais. De acordo com os consultores, unindo atividades como a festa de fim de ano a atividades planejadas, as equipes comemoram resultados, os gestores ouvem os seus colaboradores e os grupos saem motivados para o próximo ano.








