Universitários movimentam mercado de locação de imóveis
Os meses de janeiro, fevereiro e julho são os preferidos dos universitários para buscar um imóvel. Antes era comum vários estudantes dividirem um mesmo espaço, as famosas repúblicas, mas a falta de privacidade e a desordem comum nestes locais fez com que muitos desistissem de morar em grupo. Hoje ou eles moram sozinhos ou dividem o aluguel com algum parente, amigo ou colega muito próximoâ€, afirma.
O contrato de aluguel neste tipo de situação é o padrão, com duração de pelo menos 30 meses e cobrança de multa proporcional em caso de rescisão. Não é possível determinar uma duração diferenciada, como nas locações de temporada. Como os estudantes são mais instáveis e durante a faculdade podem mudar de curso ou e ir morar com outro colega, por exemplo, é possível através de negociação propor a inclusão de uma cláusula no contrato que reduza ou dispense a multa rescisóriaâ€, explica.
O fator que mais influencia a escolha do imóvel pelos universitários é a proximidade com o local de estudo, já que eles precisam sair muito cedo ou chegar tarde da noite em casa. Uma dica é analisar a vizinhança e verificar se há bares, obras, trá¢nsito pesado ou qualquer outra situação que possa atrapalhar a tranquilidade durante os momentos de estudo. No caso de imóveis mobiliados, fique atento a descrição de tudo o que está no contrato e verifique o estado de cada itemâ€, recomenda.
Quando os estudantes decidem dividir o aluguel, é preciso atenção com relação ao contrato. Se ele for feito apenas no nome de uma pessoa, esta será a responsável legal pela locação. Ao deixar a casa é importante que o contrato seja alterado e fique no nome de alguém que continuará no imóvel, pois mesmo que o estudante não esteja mais morando na casa ou apartamento, ele pode responder judicialmente se algum problema acontecer e ele estiver como inquilinoâ€, alerta.








