Sistema operacional do dinheiro: entenda sobre solução que otimiza o fluxo financeiro

Sistema operacional do dinheiro: entenda sobre solução que otimiza o fluxo financeiro

Tecnologia permite às empresas orquestrarem suas operações do dinheiro com visibilidade e autonomia

Usar planilhas e precisar de trabalho manual para gerenciar os volumes de transações e orquestrar vários fornecedores de pagamentos ou serviços é um desafio encarado por muitas empresas, que acabam não tendo a liberdade financeira necessária para visualizar e automatizar seu fluxo de dinheiro. Pensando em solucionar esse problema, a Slice, software que dá controle às empresas para criarem seus próprios sistemas operacionais de dinheiro, desenvolveu sua solução de MoneyOS.

O Money Operating Systems, ou Sistema Operacional do Dinheiro, é uma nova camada de software que executa a função de conectar e orquestrar softwares, pagamentos e outros serviços de banking. Tudo isso sem tocar no dinheiro e sem necessidade de pesar os times de TI com integrações ou desenvolvimento de soluções parciais.

Com a implementação do MoneyOS, as empresas conseguem acompanhar conciliação em tempo real, tendo total controle e visibilidade do fluxo transacional. Além de terem a possibilidade de buscar melhores resultados e novas receitas de serviços financeiros, com liberdade de escolha dos fornecedores que façam sentido para a sua estratégia, como BaaS, ERP, plataformas de e-commerce, provedores de crédito, entre outros.

“São incontáveis as aplicações possíveis do MoneyOS, pois ele une o data lake transacional às regras de negócio. Uma ferramenta que permite que a eficiência seja a chave do negócio e que todas as portas do sucesso sejam abertas, rumo ao crescimento dos negócios”, comenta Sérgio Irigoyen, cofundador e CEO da startup. “Entregamos a infraestrutura necessária para criar serviços financeiros próprios com total liberdade para escolher a melhor composição de fornecedores ou parceiros e eficiência operacional”, explica ele.

O MoneyOS foi desenvolvido a partir da tecnologia proprietária da Slice, que proporciona às corporações a aplicação do conceito pós transacional. Sua ativação traz uma oportunidade não somente para o cliente final, mas também para todo o ecossistema que apoia os negócios na jornada da transformação digital e embedded finance, com a possibilidade de se criar aplicações sob demanda, para nichos específicos do mercado. “Encontramos no benchmark da relação do Sistema Operacional e aplicativos para os Smartphones, uma similaridade significativa do que temos como missão para o MoneyOS”, explica Arthur Silveira, CPO da Slice.

A startup Slice tem dois anos de existência e em 2022, foram selecionados pela 100 Open Startups como TOP 10 Marketplaces, por suas soluções oferecidas ao mercado. No South Summit Brazil, foram uma das 50 startups finalistas do Programa de Startups, sendo uma das únicas do Rio Grande do Sul, enquanto foram apenas uma das quatro brasileiras a se apresentarem no SXSW. “Nosso objetivo é destravar as amarras financeiras que acabam impedindo que algumas empresas consigam crescer no mercado brasileiro. O MoneyOS é um impulsionador, empoderando negócios e criando soluções ágeis e eficazes para que o crescimento seja garantido”, finaliza Irigoyen.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná. Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social. Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos. Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas. Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005). Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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