Maioria dos brasileiros quer que as pequenas empresas adotem serviços de pagamentos online

Maioria dos brasileiros quer que as pequenas empresas adotem serviços de pagamentos online

Pesquisa revela que mais de 45% dos entrevistados não comprariam de um lojista caso ele não ofereça essa opção

A recente pesquisa da Kaspersky, “O estado do uso e da segurança dos pagamentos digitais na América Latina“, realizada em conjunto com a consultoria de mercado Corpa, revela que mais de 85% dos brasileiros acreditam que as pequenas e médias empresas devem começar a usar aplicativos de pagamento online, como carteiras digitais, para aumentar suas vendas e fornecer segurança aos seus clientes.

Os dados do estudo detalham o cenário atual dos pagamentos digitais na região, tanto para pessoas físicas quanto para as empresas. No Brasil, 78% dos entrevistados acreditam que o uso de carteiras digitais pode aumentar significativamente os lucros das empresas. Esta medida foi adotada pelas PMEs, principalmente após a pandemia, e está definindo a decisão de compra dos consumidores. Segundo o levantamento, mais de 45% dos brasileiros afirmam que só compram de lojistas que oferecem a opção de venda online ou meios de pagamentos digitais.

No entanto, apesar das preferência pela versão digital em detrimento do dinheiro em espécie, uma parcela significativa reconhece que as PMEs ainda não estão prontas para implementar pagamentos digitais devido à baixa qualidade da internet em seus países, bem como as configurações dos dispositivos. Além disso, os usuários estão preocupados com a segurança oferecida por esses empreendedores, e mais de 65% estão certos de que não comprariam de um comércio que já tenha sido vítima de uma violação de dados ou qualquer tipo de ataque cibernético.

“As pequenas e médias empresas são fundamentais para a economia, especialmente no Brasil, e a adoção de pagamentos digitais é essencial para seu funcionamento e para a continuidade do negócio. No entanto, nossa pesquisa deixa claro que a confiança nesse método é um ponto crítico e a segurança online é diretamente responsável pelo sucesso da empresa nesse contexto. Em outras palavras, um ataque bem-sucessivo terá um efeito dobrado. Além do custo de recuperação – que gira em torno de 100 mil dólares às PMEs da América Latina – haverá também a perda da relação entre empresa-cliente”, alerta Luciana Lovato, diretora de canais corporativos e de vendas para o segmento PME da Kaspersky no Brasil.

Diante desse cenário, a Kaspersky faz recomendações de segurança para as PMEs evitarem fraudes e se concentrarem apenas em seu crescimento.

  • Faça cópias de segurança das informações
    Uma perda inesperada de arquivos importantes pode ocorrer por motivos como uma falha no disco rígido ou um ataque cibernético de ransomware, que criptografa o sistema operacional ou arquivos individuais e exige um resgate para desbloqueá-los. Portanto, o backup é importante e precisa ser feito regularmente para garantir a continuidade das operações.
  • Atualize os dispositivos e programas instalados
    Software desatualizado representa uma brecha na segurança seja de um dispositivo comum ou de um equipamento corporativo, pois ele serve como uma porta de entrada para os cibercriminosos. Para gerenciar as atualizações e vulnerabilidades, as PMEs precisam contar com uma solução desenhada para atender a sua realidade, como a Kaspersky Endpoint Security Cloud, já vem pré-configurado com as melhores práticas de proteção e orienta o proprietário ou responsável de TI sobre as ações necessárias para corrigir essas brechas.
  • Altere as senhas
    A força bruta, método em que os criminosos tentam adivinhar uma senha testando todas as combinações possíveis de caracteres, continua sendo um dos mais comuns para invadir a rede de uma organização. A probabilidade de sucesso desse tipo de ataque aumenta quando a senha é fraca ou já foi comprometida.
  • Limite o acesso a contas e dados corporativos
    Apenas metade dos gerentes de PMEs tem certeza de que ex-funcionários não têm acesso a contas ou dados corporativos. Isso pode resultar em violações graves de informações, sendo a melhor opção reduzir o número de pessoas que têm acesso a dados corporativos importantes.
  • Treine os seus funcionários
    Eles são o elo mais fraco na cadeia de segurança cibernética, e os cibercriminosos estão cientes disso, realizando ataques com técnicas de engenharia social para enganá-los. É importante implementar treinamentos regulares em segurança cibernética.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná. Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social. Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos. Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas. Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005). Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *