Sucesso das vendas depende de uma boa logística
Julho e agosto são os meses em que os varejistas, principalmente os médios e os grandes, começam a se preparar para o aumento das vendas de fim de ano. E uma das questões que estes comerciantes devem se atentar é a logística, pois o aumento das vendas de Natal dependerá diretamente da eficiência logística da loja. Ou seja, de nada adianta uma loja física ou mesmo virtual registrar altas vendas, se a sua logística de entrega não funcionar. Uma boa alternativa para o varejo é firmar parcerias estratégicas com empresas especializadas, conhecidas por operador logístico. Estas empresas oferecem todo o conhecimento, credibilidade e segurança nesse tipo de serviço, permitindo que o empresário se concentre nas questões estratégicas e não se arrisque em áreas secundárias ou complementares ao negócio principal.
Eu conversei com o gerente sênior de logística da TGestiona, Sinclair Mioto, e ele me disse que muitos empresários se preocupam em reforçar os estoques e esquecem da logística que envolve desde o planejamento das compras até a certeza de que o cliente teve suas necessidades e expectativas atendidas pelo produto ou serviço entregue.
A TGestiona, por exemplo, está no Paraná desde 2005, onde através do seu Centro de Distribuição, que ocupa uma área de 11 mil metros quadrados em São José dos Pinhais, é responsável pela logística da Vivo no Paraná e Santa Catarina. A expectativa é aumentar o portfólio de clientes aqui no estado, direcionando seus negócios para o setor eletroeletrônico. A empresa começou há seis anos com a distribuição de 800 mil aparelhos celulares para a Vivo e no ano passado este número ultrapassou a casa de 1 milhão e 400. Para melhor atender os clientes dos seus sete grandes Centros de Distribuição e outros oito pontos menores, a TGestiona tem investido R$ 50 milhões por ano em tecnologia.
Segundo me informou Sinclair Mioto, o setor de logística está muito aquecido. Como consequência, as empresas já encontram dificuldades em alugar centros de distribuição e a oferta de mão de obra é escassa. O aluguel de um CD, que até alguns meses atrás custava R$ 100 o metro quadrado, hoje não se encontra por menos de R$ 150.Â








