Após divórcio, maioria dos jovens aprende a se virar sozinho financeiramente

Após divórcio, maioria dos jovens aprende a se virar sozinho financeiramente

7 em cada 10 pessoas de até 29 anos precisaram aprender a organizar as próprias finanças do zero após separação

Para muita gente, o divórcio não é só o fim de uma relação afetiva, é também o início de uma relação financeira totalmente nova com o próprio dinheiro. Uma pesquisa datatudo, realizada no blog da meutudo em julho de 2026, mostra que essa reeducação financeira forçada pesa mais sobre os mais jovens, que chegam ao divórcio com menos tempo de estrada para lidar sozinhos com as contas.

Entre os entrevistados de até 29 anos, 70% afirmaram ter precisado aprender a organizar as próprias finanças “na marra” depois da separação, sem preparo prévio. Entre a base geral de todas as idades, esse índice cai para 47% quando a idade aumenta, mostrando que o choque financeiro é maior justamente para quem tem menos tempo de experiência com dinheiro.

Os divorciados com 50 anos ou mais que afirmam já ter conhecimento financeiro prévio e simplesmente mantiveram o mesmo nível de organização após a separação chegam a 26%, um reflexo de mais tempo de experiência lidando com o próprio orçamento.

Independência financeira vira a lição nº1 entre os mais jovens

Para 76% dos entrevistados até 29 anos, a principal lição do divórcio foi “nunca mais depender financeiramente de ninguém”, um índice acima da média de 60% registrada nas faixas etárias mais velhas. Isso mostra como, para essa geração, a separação não é só o fim de uma relação, mas também uma nova fase de aprendizado sobre como lidar com o próprio dinheiro.

Reorganizar as finanças sozinho pede as ferramentas certas

Reconstruir o orçamento após uma separação é um desafio que não precisa ser agravado por dívidas caras. Nesse momento de transição, ter acesso a um crédito transparente e com juros justos é fundamental para equilibrar as contas de casa sem comprometer o seu futuro.

Com o lançamento do Consignado CLT pelo governo em 2025, a modalidade virou uma alternativa essencial para quem busca pagar dívidas acumuladas. Segundo outra pesquisa recente da datatudo, 76% dos trabalhadores que buscam crédito escolhem essa opção, sendo que 56% têm como objetivo principal organizar dívidas.

Na hora de contratar, o valor da parcela é o que mais pesa para 48% desse público, atendendo às necessidades com uma mensalidade que não sufoque a nova realidade. Por isso, o Consignado CLT da meutudo pode ser a ferramenta ideal para esse recomeço, ao oferecer propostas de contratação com e sem garantia. A opção com garantia, por exemplo, reduz ainda mais as taxas de juros e dá um fôlego extra para quem precisa limpar o nome e retomar a autonomia financeira.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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