Sete fatores levam uma empresa ao fracasso
Existem sete fatores que levam uma empresa ao fracasso, mas o principal deles é o baixo faturamento. Este foi o resultado apontado por uma pesquisa realizada pela Nogami Participações com 650 empresários de diversas atividades. Em segundo lugar está a baixa produtividade. Em seguida aparecem os gastos excessivos, as brigas entre funcionários, a mão de obra insuficiente, a incapacidade de atrair clientes e, por último, os conflitos com fornecedores.
Mas, uma coisa não adianta questionar: entre os motivos pelos quais as empresas são vítimas do baixo faturamento ou mesmo da baixa produtividade, estão á s decisões equivocadas de alguns gestores. Ou seja, há uma grande parcela de falha humana entre os motivos que causam o fechamento de uma empresa.
Na avaliação do responsável pela pesquisa, o consultor Otto Nogami, em uma empresa, o plano de marketing pode até ser perfeito e a estratégia de vendas um primor, mas tudo pode ir por água abaixo se não houver alguém capaz de promover uma correta implementação, promovendo as correções necessárias em tempo hábil.
No caso de estratégia ineficaz, a empresa utiliza uma estratégia de posicionamento muito fraca e erra na estratégia de preço. Também pode haver erro de cálculo: para reduzir custos, o produto ou serviço é oferecido com menos atributos ou benefícios do que o mercado deseja ou os vendedores falham na hora de comunicá-los.
Outras falhas podem ser encontradas nos seguintes itens:
Falta publicidade: existe pouca publicidade ou ela é feita de maneira que os consumidores em potencial não ficam sabendo da existência do produto ou serviço.
Muito otimismo:Â excesso de otimismo a respeito do novo produto/serviço cria expectativas de vendas impossíveis no mundo real.
Competição interna: o novo produto/serviço “canibaliza” o restante do portfólio da empresa, causando uma queda no seu lucro. Ou seja, o novo produto ou serviço, em vez de ganhar novos mercados, atrai apenas os clientes que a empresa já tem, os quais trocam soluções antigas pela nova. A empresa acaba com dois itens para gerenciar, que fazem a mesma coisa para o mesmo público.
Falta de mão de obra: o plano de marketing é perfeito; a estratégia de vendas, um primor. Mas não há, na empresa, quem os implemente, corrija suas rotas e faça os ajustes necessários. Assim, os planos são estabelecidos pela metade ou abandonados.








