Lucro da OI aumenta 145% no primeiro trimestre

A Oi S.A registou lucro líquido consolidado de R$ 346 milhões no primeiro trimestre de 2012, resultado que equivale a dois meses da antiga BrT somados a um mês pós incorporações da simplificação societária. O lucro representa alta de 145% frente ao trimestre passado e de 272% comparado ao mesmo peíodo de 2011 (dados que espelham a antiga BrT). Oi S.A. é a nova denominação social da antiga BrT e é a empresa remanescente da simplificação aprovada em 27 de fevereiro de 2012, concentrando todos os acionistas das extintas TNL e Coari, bem como os da TMAR, que passou a ser sua subsidiária integral. Para facilitar o entendimento do negócio, a Oi apresenta a seguir os resultados pro-forma de números físicos, receitas, custos, despesas (Ebitda) e investimentos, que são equivalentes aos números da antiga TNL, como se as incorporações tivessem ocorrido em 1º de janeiro de 2012.

No primeiro trimestre do ano, a Oi alcançou 70,8 milhões de Unidades Geradoras de Receitas (UGRs), com crescimento de 7,2% em relação a igual peíodo de 2011. O aumento representa 4,8 milhões de UGRs registradas a mais pela companhia em 12 meses. Deste total, 44,1 milhões estão no segmento de Mobilidade Pessoal, 17,9 milhões no Residencial e 8,1 milhões no Empresarial/Corporativo, além de 757 mil telefones públicos.

O Ebitda (lucro antes de despesas financeiras, impostos, depreciações e amortizações) foi de R$ 2,012 bilhões, contra R$ 1,99 bilhão no primeiro trimestre de 2011 e R$ 1,84 bilhão no quarto trimestre do ano passado. A margem Ebitda, de 29,6%, também ficou acima do patamar registrado tanto no mesmo peíodo (28,6%, no primeiro trimestre de 2011) quanto no último trimestre do ano passado (26,4%). Esse resultado é fruto primordialmente de uma maior eficiência em custos e despesas operacionais. O resultado alcançado reforça a confiança da Oi em atingir as metas do Plano Estratégico de longo prazo, divulgadas no Oi Investor Day, evento realizado em abril no Rio de Janeiro e em Nova York.

A estratégia de fidelização dos usuários de telefonia fixa residencial e a oferta de planos convergentes resultaram na aceleração do crescimento de banda larga fixa (Oi Velox) e TV por assinatura (Oi TV), além da desaceleração da queda da telefonia fixa. Este movimento assegurou a manutenção de 17,9 milhões de UGRs no segmento Residencial na comparação do primeiro trimestre deste ano em relação ao trimestre passado.

Adicionalmente á s iniciativas mencionadas, outras ações como o crescimento de lojas próprias e franquias e a mudança no sistema de comissionamento dos parceiros também contribuíram para o desempenho do segmento residencial. O que se reflete no aumento de 13,1% nas adições brutas de linhas fixas versus o último trimestre do ano. Em março, as linhas fixas totalizaram 12,8 milhões.

Ainda no segmento Residencial, o Oi Velox alcançou 4,614 milhões de UGRs, com bom desempenho em termos de adições líquidas no primeiro trimestre de 2012 (202 mil). Este desempenho é fruto da melhoria das ofertas, intensificação das campanhas de mídia, da expansão dos canais e da venda de pacotes convergentes. Em termos de ofertas, a Oi possui um portfólio com preços atrativos para os diferentes perfis de utilização.

O serviço de TV por assinatura da Oi foi o que mais cresceu entre as concorrentes do mercado nesse primeiro trimestre. A Oi TV alcançou 396 mil assinantes, aumento de 12,8% na sua base comparando-se março de 2012 com dezembro de 2011. O resultado decorre de diversas iniciativas que tornaram o serviço ainda mais competitivo, como: a inclusão do sinal da Globo de TV aberta em diversos estados; canais Globosat; Campeonatos Estaduais e Brasileirão, através do Premiere FC; Fox Sports; Comedy Central; Canal Combate, além de HBO e Telecine. Destaca-se que o Oi TV Mais é o plano de entrada mais completo do mercado, com 44 canais pagos para contratação de clientes Oi Velox por R$ 29,90, nos três primeiros meses, mais que o dobro de canais oferecidos no pacote de entrada da concorrência.

Soma

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