Investimentos no Brasil e Chile e compra nos EUA levam Arauco a liderar mercado de painéis de MDF e MDP

Com investimentos da ordem de R$ 250 milhões em uma nova linha de produção de MDF no Brasil, ampliação da produção de MDP no Chile e a compra da Flakeboard, com sete fábricas no Canadá e Estados Unidos, a Arauco chegará ao final de 2012 a uma capacidade de 6,6 milhões de m3 de painéis de madeira, registrando um aumento de 127% no volume de negócios em painéis, em relação a 2011.  Com isto, se tornará líder no mercado das Américas, se posicionando entre as três maiores empresas mundiais do setor.  Antes dos novos investimentos, a Arauco fabricava um total 2,9 milhões m3/ano de painéis derivados de madeira.

A aquisição da Flakeboard, que deve ser concluída no segundo semestre  deste ano, representa um investimento de US$ 242 milhões para uma capacidade de 2,3 milhões de m3/ano. No final de 2011, a empresa já havia adquirido a Uniboard nos Estados Unidos, com um investimento de US$ 61 milhões e capacidade de 600 mil m3/ano. Somando os 2,3 milhões de capacidade da Flakeboard a Arauco pode agora produzir 2,9 milhões de m3/ano na América do Norte. A empresa também está investindo no Chile na ampliação da capacidade e na reconstrução da fábrica de compensados afetada por um incêndio no início do ano.

Os painéis de MDF e MDP, produzidos a partir de florestas plantadas e renováveis, são utilizados principalmente na produção de móveis e na construção civil, substituindo a madeira de florestas naturais, que pode assim ser preservada.

Os investimentos da Arauco no Brasil se destinam á  ampliação da produção de MDF na fábrica de Jaguariaíva (PR), que será inaugurada no segundo semestre, ampliando a capacidade produtiva da planta, dos atuais 315 mil para 887 mil m³/ano, além de ampliar em 50% a capacidade de melanização. Com esse novo investimento a Arauco atingirá uma produção de painéis no Brasil de aproximadamente 1,6 milhões de m³/ano para 2013.

Temos planos de ampliar bastante os investimentos no Brasil, mas dependemos da mudança na regulamentação da compra de terras por empresas brasileiras de capital estrangeiro”, diz seu diretor-geral Carlos Bianchi.

Soma

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