Vários motivos podem levar uma empresa a fechar suas portas antes de completar dois anos

empresas fechadasJá melhorou muito o índice de pequenas empresas que fecham suas portas antes de completar dois anos. Em 2009 este porcentual era de 62%. Hoje, de cada 100 pequenas empresas abertas apenas 27 fecham suas portas. Várias causas são apontadas para o fracasso das empresas que não conseguem sobreviver mais que 24 meses. Entre os motivos estão a falta de planejamento e de inovação, local errado, falta de conhecimento e de tino comercial e inabilidade do empreendedor no trato com os clientes e funcionários.

Segundo o administrador de empresas, Orlando Oda, o grande erro do empreendedor que começa um negócio e fracassa, está no seu modo de pensar. Acontece que muitas pessoas pensam que estão abrindo um negócio para si e não vão mais trabalhar para os outros.

Entretanto, o que não se pode esquecer é que uma empresa trabalha sempre para produzir ou vender algo para alguém e nunca para o seu proprietário. Um dentista, por exemplo, não estuda cinco anos na faculdade de Odontologia para cuidar do seu próprio dente.  Seu trabalho é para tratar os dentes de outras pessoas. Ou seja, o fundamento do trabalho é sempre trabalhar para os outros.

Neste sentido, Orlando Oda cita os dois fundamentos que resumem porque algumas empresas não sobrevivem ou então não crescem. O primeiro deles é que a  empresa tem a finalidade de servir, ser útil à sociedade e à comunidade a que pertence. Agora, se as pessoas perceberem que numa empresa não existe a vontade de servir ao público, certamente ela fechará. O segundo fundamento diz que “se a sociedade perceber que numa empresa existe a vontade de servir ao público, ela prosperará”. Isso significa que as pessoas precisam saber que a empresa existe e tem muita vontade de ser útil. E é nesse ponto que entram as vendas, o marketing, a propaganda, a rede de contatos e a criatividade para abrir um canal de comunicação com o seu público. Outra coisa que o empresário que quer ser bem sucedido não pode esquecer, é ficar sempre de olho nos seus concorrentes.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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