Vendas do comércio varejista acumulam crescimento de 5,2% no ano
O movimento dos consumidores nas lojas em novembro último avançou 1,1% na comparação com o mês imediatamente anterior, já efetuados os devidos ajustes sazonais. Já na comparação com o mesmo mês do ano passado (novembro/12), houve expansão de 6,7% da atividade varejista. Com este resultado, o período de janeiro a novembro de 2013 acumula alta de 5,2% na atividade varejista em relação ao mesmo período do ano passado. Os dados são do Indicador Serasa Experian de Atividade do Comércio, divulgado nesta quinta-feira (5). Segundo os economistas da Serasa Experian, a boa configuração do mercado de trabalho (desemprego baixo e estável com ganhos reais de rendimento), a atual trajetória de redução dos níveis de inadimplência do consumidor, os estímulos provindos do programa Minha Casa Melhor e a entrada da primeira parcela do 13º salário impulsionaram a atividade varejista em novembro.
A alta da atividade varejista em novembro/13 foi impulsionada pelo aumento de 1,0% no movimento dos consumidores nas lojas especializadas de móveis, eletroeletrônicos e equipamentos de informática, seguido pelas altas de 0,2% no segmento de supermercados, hipermercados, alimentos e bebidas, e alta também de 0,2% no segmento de tecidos, vestuário, calçados e acessórios. Na direção contrária, o mês de novembro acusou queda de movimento dos consumidores nos segmentos de veículos, motos e peças (-5,2%), combustíveis e lubrificantes (-1,0%) e de material de construção (-0,9%).
No acumulado do ano (janeiro a novembro de 2013), a atividade do comércio fechou com alta de 5,2%, alavancada pelos segmentos de supermercados, hipermercados, alimentos e bebidas (6,4%) e de combustíveis e lubrificantes (5,1%). As lojas de veículos, motos e peças registraram expansão de 3,8% no movimento dos consumidores de janeiro a novembro deste ano. O segmento de móveis, eletroeletrônicos e informática acumulou alta de 3,3% neste mesmo período, desempenho idêntico ao registrado pelo setor de material de construção. Já o setor de tecidos, vestuário, calçados e acessórios vem logo atrás com alta de 3,2% no acumulado do ano.







