Setor de venda direta aposta no crescimento das vendas do Dia das Mães
O Dia das Mães, que este ano será comemorado no dia 11 de maio, é a segunda data de maior venda no comércio. Por isso, o período é a oportunidade de movimentar os negócios, criar vantagens e ações diferenciadas para conquistar novos clientes e aumentar a renda. Neste cenário, a venda direta torna-se uma opção fácil e rentável para uma boa parte dos empreendedores.
A praticidade e comodidade da venda porta a porta beneficia tanto quem compra quanto quem vende. E, embora rentável, já que as comissões, em média, são de 30%, o setor exige criatividade e dedicação. Só no ano passado, o volume de negócios através das vendas diretas em todo o País passou de R$ 40 bilhões, ou 7,2% acima do registrado em 2012.
A Natura é a empresa líder no Brasil de venda direta, com uma fatia de 23,3% do mercado, tendo encerrado 2013 com uma receita de R$ 7 bilhões, e um lucro líquido de R$ 843 milhões de reais . Eu conversei com o gerente de marketing da Natura Regional Sul, Edimilson Miguel de Faria e ele me disse que nestas semanas que antecedem o Dia das Mães, as mais de 1,6 milhão consultoras da empresa chegam a aumentar seus ganhos em até 50%.
“Nossas consultoras e consultores representam um elo fundamental no nosso modelo de negócios. É por meio deles que concretizamos não apenas a venda dos nossos produtos como também disseminamos nossa essência e proposta de valor. Além disso, a venda direta é um modelo consagrado de negócio e constitui um setor cada vez mais relevante para a economia brasileira, responsável pela contribuição fiscal da comercialização de produtos e serviços realizada por milhões de revendedores autônomos”, comenta Jorge Rosolino, diretor da Regional da Natura.
Aliás, um dos setores que vem crescendo a passos largos há vários anos seguidos é o de beleza. Hoje, o Brasil é o quarto maior mercado de cosméticos do mundo, ficando atrás dos Estados Unidos, Japão e China. Entretanto, segundo me explicou Edimilson Faria, dentro de dois ou no máximo três anos, o Brasil vai pular para a segunda colocação. É que enquanto o setor de beleza do Japão e da China tem registrado crescimento entre 2% e 3% ao ano, no Brasil, o aumento anual tem sido de mais de 10%.








