Pesquisa mostra quanto custa passar um dia nas 12 cidades sedes da Copa durante o Mundial

copa-do-mundo-taçaA TripAdvisor®, maior site de viagens do mundo, mostra através de um levantamento exclusivo, quanto custa passar um dia em cada uma das 12 cidades-sede do Mundial (Belo Horizonte, Brasília, Cuiabá, Curitiba, Fortaleza, Manaus, Natal, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo). A pesquisa, realizada entre os dias 28 de abril e 1 de maio inclui a média de preços e o gasto total para uma pessoa com base nos seguintes itens: ingresso para os jogos , hospedagem, alimentação, bebidas e transporte.

O torcedor que for acompanhar os jogos da primeira fase em Cuiabá (MT) ou em São Paulo (SP) será também o que mais vai economizar. Segundo a pesquisa, um dia na capital paulista sai pelo total de R$ 1.062,64 (o jogo da abertura não está incluído nessa pesquisa). Em Cuiabá o custo é ainda mais baixo: R$ 1.018,40. Boa notícia, principalmente para o bolso dos fãs estrangeiros, já que a cidade matogrossense não receberá nenhum jogo do Brasil durante toda a competição.

Nas outras duas cidades que receberão o Brasil durante a primeira fase do torneio (São Paulo será o palco do primeiro jogo), Brasília apresenta o menor valor, R$ 1.195,32. A capital federal é mais cara do que Fortaleza, onde os custos chegam a R$ 1.341,68. Em Curitiba, o custo calculado para o turista é de R$ 1.113,66, sendo R$ 578,36 em hospedagem, R4 43,50 com taxi, R$ 73,50 no jantar, petiscos R$ 24,50 e R$ 390 no ingresso para os jogos da primeira fase.

Torcedores de Argentina, Bósnia- Herzegóvina, Espanha, Chile, Bélgica, Rússia, Equador e França precisarão preparar o bolso para acompanhar suas respectivas seleções, pelo menos se estiverem pensando em assistir um jogo da fase de grupos no Maracanã. O Rio de Janeiro tem o custo total mais elevado entre as 12 cidades-sede, R$ 1.520,46. Fortaleza (R$ 1.341,68) e Manaus (R$ 1.234,47) completam a lista das três mais caras para torcer. Entre todos os itens pesquisados, os gastos com a hospedagem são o principal responsável por transformar a Cidade Maravilhosa na cidade mais cara do Mundial. O valor médio de uma diária na capital fluminense durante os jogos da primeira fase é de R$ 991,77.

Entre todos os itens pesquisados pelo TripAdvisor, os gastos com hospedagem representam a maior fatia no valor total, chegando a 66% dos custos. Excluindo esse item, Recife passa a ser a cidade mais barata para curtir um dia no torneio (R$ 500), Salvador vem logo em seguida com custo total de R$ 513, 13 à frente de Manaus (R$ 515,83).

No que diz respeito à alimentação e ao transporte, nenhuma das 12 cidades supera Recife como opção mais econômica. Na capital pernambucana, duas corridas de táxi de cinco quilômetros cada – Bandeira 2, não saem por mais do que R$ 31,50. O taxi mais caro fica por conta de Cuiabá, R$ 43,50. Já um jantar para uma pessoa com entrada, prato principal e uma taça de vinho custa, em média, R$ 60,60 – menos da metade de um jantar em São Paulo.

Na cidade que sediará a abertura da competição, o jantar para uma pessoa não sai por menos de R$ 121,67, lugar mais caro para se fazer uma refeição ou petiscar. Nas lanchonetes e bares próximos ao estádio na capital paulista, uma lata de refrigerante mais uma porção de batata frita, custam em média R$ 24,60 e Fortaleza tem o petisco mais barato, R$ 14,03.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 52 anos na área de jornalismo, sendo 50 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Há 25 anos é professora titular do curso de Jornalismo da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 19 anos de blog, mais de 50 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 21 prêmios, com destaque para Embrapa Floresta (Menção Honrosa em 2025); VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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