Incubadoras corporativas ganham mais espaço nas organizações
As incubadoras, também chamadas de aceleradoras, estão ganhando cada vez mais espaço nas organizações. Primeiramente, as incubadoras eram utilizadas somente pelas empresas dedicadas ao desenvolvimento de tecnologia. Hoje, cada vez mais populares, elas são usadas por diversos segmentos.
O motivo para o crescente espaço das incubadoras é bem simples: as empresas estão percebendo que é muito difícil conciliar internamente o discurso da inovação com o discurso da melhoria contínua, pois em muitos casos, são falas contraditórias que acabam mais confundindo do que orientando as pessoas nas empresas.
Embora as incubadoras corporativas guardem algumas semelhanças com as incubadoras de empresas tradicionais, seu enfoque principal não é o compartilhamento de despesas, até porque, nas grandes organizações, esta economia não é uma grande vantagem. O principal objetivo das incubadoras corporativas é o estabelecimento de um espaço separado do negócio principal no qual as regras podem ser flexibilizadas em favor da inovação. Nas incubadoras corporativas, não há cargos, não há horários de trabalho pré-estabelecidos, também não se cumprem rotinas, mas se executam projetos. E por ser um ambiente voltado para a criatividade, precisa ficar fisicamente localizada fora da empresa, embora em constante contato e interação com o negócio principal.
Todos os projetos e ideias seja de funcionários, gerentes ou da alta administração são direcionados para a incubadora para que sejam explorados em todas as suas possibilidades. Depois de testados e aprovados, o novo negócio ou novo produto, volta para a organização para que seja incorporado.
Por último, as incubadoras corporativas também podem representar a resposta para as empresas que enfrentam o desafio de gerar inovações sem colocar em risco a operação corrente do negócio, deixando dois ambientes com políticas bem claras de condução.








