Ano de crise pode tornar a recuperação judicial uma realidade na vida de muitas empresas

A atual situação da economia brasileira merece a atenção dos gestores e estrategistas das empresas. A economia se retrai e gera conjunturas desfavoráveis que afetam, de modo direto e indireto, a gerência de milhares de empresas. Por isso, é necessária muita atenção na hora de analisar a recuperação de uma empresa, e apenas especialistas em gestão de crise e planejamento podem avaliar exatamente quais os riscos possíveis a fim de mitigá-los.

A Artur Lopes & Associados, consultoria especializada em recuperação judicial e consolidação de negócios, pode ser considerada a empresa que salva outras empresas de crises. “Nosso principal objetivo é evitar a derrocada de companhias de todos os portes e seus negócios. No momento atual de instabilidade, é muito importante uma empresa poder nos identificar como o meio de conseguir a recuperação na hora que entra em crise”, diz Artur Lopes, advogado e especialista em recuperação judicial.

Para o consultor, a vida das empresas é desafiada também por episódios circunstanciais, tais como modificação de tendências de consumo, modernização dos produtos ou meios de produção, imobilização de recursos, ausência de capacidade gerencial e/ou má administração, ingresso de novos concorrentes no mercado, entre outros. “Muitos são os fatores que podem dar fim à tranquilidade financeira de uma companhia”, explica o especialista.

Quando o caos já está instalado na empresa, é importante ter uma visão parcial do problema. Os especialistas da equipe permanecem então alocados na empresa em questão a fim de reorganizar o plano operacional, em todas as esferas – desde as áreas financeiras e econômicas até os recursos humanos. Com a correta interpretação dos problemas que deram origem à crise e dos que a sucederam, o processo produtivo é entendido como um todo e, se bem ajustado, permite modificações estruturais que vão consolidar os negócios e até ampliar seu potencial.

Lopes conta que o trabalho de consultoria de crise envolve muita informação e detalhes. “Como somos especializados nesse tipo de gerenciamento e recuperação, nosso trabalho vai além das questões econômicas na gestão de crise. O processo tem uma duração de seis a 12 meses e as metas iniciais do trabalho são obviamente evitar a quebra e, posteriormente, consolidar o processo de recuperação com a implementação de ferramentas gerenciais, controles e instauração de uma nova cultura organizacional.”

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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