Diante da crise, a inovação não é só mais uma alternativa, mas uma necessidade para as empresas sobreviverem

InovaçãoEm tempos de dificuldade e, principalmente, de queda nas vendas, a palavra inovação tem aparecido com destaque no vocabulário empresarial. E os empresários estão certos, pois a inovação está deixando de ser uma alternativa para se tornar uma via de regra para qualquer estabelecimento que deseja superar esse momento de retração.
Eu conversei com alguns consultores de empresas, e eles concordaram comigo que o ato de inovar não é fácil. Muito pelo contrário, é complicado e não oferece garantias de imediato, mas vale considerar que numa crise só sairá vencedor quem consegue passar por ela com o mínimo possível de prejuízo. Também não se pode esquecer que a inovação depende de algumas questões como a atual necessidade do cliente e a capacidade da empresa em conseguir se adequar à essa nova realidade.

Mas, ao contrário do que muitos pensam, na área de negócios, inovar não é apenas criar um novo produto ou serviço revolucionário. A inovação deve ser analisada sob vários aspectos. Em primeiro lugar, para inovar é preciso ter ideias, que resultem numa ação e que, juntas, gerem produtividade.

Em um momento de crise, é certo que todos os setores da empresa ficam balançados, principalmente os relacionados às entradas e saídas de capital, como financeiro e vendas que trabalham com maior veemência neste período e que sofrem bastante para elevar as receitas e reduzir as despesas.

O que não se pode esquecer é que no meio destes dois grandes setores está o atendimento, que é a porta de entrada para os clientes e o catalizador da possibilidade de aumento da receita. Além, é claro, de ser o centro de todo o relacionamento da empresa com os clientes.

Talvez este seja o momento para repensar a importância que se dá ao atendimento ao consumidor, uma vez que de todas as pessoas envolvidas com a organização e o processo produtivo, o consumidor é o único disposto a pagar pelo fruto deste trabalho desenvolvido. Os empresários têm consciência que a fidelização do cliente é um mito. Por isso, pensar em novas formas de atendimento mais dinâmicas e agradáveis e oferecer todo o suporte necessário, pode ser o caminho para criar uma relação mais próxima e sobreviver à crise.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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