Diante da crise, a inovação não é só mais uma alternativa, mas uma necessidade para as empresas sobreviverem
Em tempos de dificuldade e, principalmente, de queda nas vendas, a palavra inovação tem aparecido com destaque no vocabulário empresarial. E os empresários estão certos, pois a inovação está deixando de ser uma alternativa para se tornar uma via de regra para qualquer estabelecimento que deseja superar esse momento de retração.
Eu conversei com alguns consultores de empresas, e eles concordaram comigo que o ato de inovar não é fácil. Muito pelo contrário, é complicado e não oferece garantias de imediato, mas vale considerar que numa crise só sairá vencedor quem consegue passar por ela com o mínimo possível de prejuízo. Também não se pode esquecer que a inovação depende de algumas questões como a atual necessidade do cliente e a capacidade da empresa em conseguir se adequar à essa nova realidade.
Mas, ao contrário do que muitos pensam, na área de negócios, inovar não é apenas criar um novo produto ou serviço revolucionário. A inovação deve ser analisada sob vários aspectos. Em primeiro lugar, para inovar é preciso ter ideias, que resultem numa ação e que, juntas, gerem produtividade.
Em um momento de crise, é certo que todos os setores da empresa ficam balançados, principalmente os relacionados às entradas e saídas de capital, como financeiro e vendas que trabalham com maior veemência neste período e que sofrem bastante para elevar as receitas e reduzir as despesas.
O que não se pode esquecer é que no meio destes dois grandes setores está o atendimento, que é a porta de entrada para os clientes e o catalizador da possibilidade de aumento da receita. Além, é claro, de ser o centro de todo o relacionamento da empresa com os clientes.
Talvez este seja o momento para repensar a importância que se dá ao atendimento ao consumidor, uma vez que de todas as pessoas envolvidas com a organização e o processo produtivo, o consumidor é o único disposto a pagar pelo fruto deste trabalho desenvolvido. Os empresários têm consciência que a fidelização do cliente é um mito. Por isso, pensar em novas formas de atendimento mais dinâmicas e agradáveis e oferecer todo o suporte necessário, pode ser o caminho para criar uma relação mais próxima e sobreviver à crise.








