Expedição Avicultura faz novo diagnóstico da cadeia produtiva do frango e amplia roteiro
A Expedição Avicultura sai a campo nesta quinta-feira, 19, para mapear os avanços e desafios da avicultura no Sul do país. Além do Paraná e de Santa Catarina, contemplados nas edições anteriores, o levantamento técnico-jornalístico vai percorrer também o Rio Grande do Sul. Juntos, os três estados são responsáveis por 63% dos abates e 75% das exportações brasileiras de 2014.
A equipe vai visitar aviários, indústrias, armazéns logísticos e portos ligados à cadeia produtiva da carne de frango. A intenção é ver de perto como o setor reagiu à instabilidade financeira de 2014 – alta do dólar frente ao real, queda dos preços internacionais e variação no custo dos insumos, como a soja e o milho – e quais as tendências para os próximos anos.
O primeiro roteiro contempla a região Norte paranaense, com visitas a Cianorte, Apucarana e Maringá – cidade em que acontece o lançamento da Expedição Avicultura 2015. O projeto será apresentado oficialmente na sexta-feira, 20, durante o Jantar do Galo 2015. O evento é promovido pelo Sindicato das Indústrias de Produtos Avícolas do Paraná (Sindiavipar) para celebrar os bons resultados do setor.
A próxima parada da equipe de técnicos e jornalistas é na região Oeste do Paraná, onde se concentram as principais cooperativas avícolas do estado. No roteiro seguinte, a Expedição Avicultura percorre o Oeste de Santa Catarina, passando pelas cidades de Concórdia e Chapecó, e as regiões produtoras de frango do Rio Grande do Sul. O projeto vai conferir ainda a capacidade logística dos portos de Itajaí e Paranaguá.
A Expedição Avicultura é um projeto do Núcleo de Agronegócio da Gazeta do Povo. Em sua terceira edição, o levantamento técnico-jornalístico faz novo diagnóstico da cadeia produtiva do frango no Sul do país, região líder em abate e exportação no país. Além dos estados do Paraná e de Santa Catarina, contemplados nas edições anteriores, o Rio Grande do Sul passa a fazer parte do roteiro. O projeto conta com o apoio do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), o Banco do Brasil, a C. Vale – Cooperativa Agroindustrial e o Sindicato das Indústrias de Produtos Avícolas do Paraná (Sindiavipar).








