Empresas brasileiras têm muito que avançar para se tornarem mais competitivas
Embora a competitividade seja um dos itens mais perseguidos pelo empresariado em seus negócios, temos muito ainda que avançar. E a competitividade não se restringe apenas a empresas, mas também a países. E quando se trata de Brasil, a situação é ainda pior. No ano passado, por exemplo, o Brasil ocupou a posição de número 75 no ranking de competitividade do Fórum Econômico Mundial, caindo 18 posições em relação a 2014. Essa foi a maior queda de todos os 140 países analisados e o pior resultado da história do Brasil. Os cinco países mais competitivos do mundo hoje são a Suíça, Cingapura, Estados Unidos, Alemanha e Holanda.
Mas voltando às empresas, alguns fatores têm sido apontados como limitadores da competitividade. O culpado número um é o Custo Brasil , seguido pela burocracia excessiva, atrasos logísticos, carga tributária elevada e complexa e mais recentemente, a corrupção.
Já os fatores-chave para o sucesso num ambiente competitivo são a alta qualidade dos produtos ou serviços oferecidos, inovação e preço. Além disso é preciso ter ideias engavetadas para surpreender o cliente e manter a empresa na liderança. Para tal, não é necessário grandes investimentos, mas pequenos gestos que surpreendam e conquistem os consumidores.
As empresas também precisam olhar para fora de seus perímetros e construir novas parcerias que levem à criação de produtos, serviços e modelos de negócios inovadores. Nesse processo, as micro e pequenas empresas (MPEs) têm papel fundamental. Basta observar a revolução que as startups têm feito. A inovação pode transformar a competitividade entre empresas em um movimento extremamente inteligente e rentável para muitos setores e, inclusive, para o País.








