Mercado de joias e semijoias ignora crise e continua crescendo

joiasO mercado de joias, semijoias e bijuterias com ou sem crise continua crescendo a cada ano. A previsão é que até 2020 o setor cresça, em média, 6% ao ano, com o faturamento mundial atingindo a casa de US$ 250 bilhões anualmente. A explicação é simples: é que os consumidores continuam mantendo uma forte ligação emocional com as peças. Além do que, mais do que modismo, brincos, colares, anéis e pulseiras são artigos consumidos em todos os tempos e por todas as culturas.

No caso específico de semijoias, só para se ter uma ideia da potência desse mercado, no Brasil, segundo dados do Instituto Brasileiro de Gemas e Metais (IBGM), estão em atividade nada menos do que 3 mil empresas, que faturam por ano cerca de R$ 600 milhões. A maioria dessas empresas são micro e pequenas. É que esse tipo de negócio não exige altos investimentos, nem tecnologia sofisticada. Depende mais da criatividade e design.

A demanda dos consumidores por novas matérias-primas também tem aumentado. Peças feitas em titânio, paládio e aço inox estão entre as mais requisitas. Já do total de exportações dos produtos folheados brasileiros, 70% são para países importantes no cenário mundial de joias, como Estados Unidos, Alemanha e Canadá.

No caso de joias em ouro, o Brasil é um dos 15 maiores países produtores do mundo. São mais de 20 toneladas de peças criadas e comercializadas, de acordo com o Instituto Brasileiro de Gemas e Metais Preciosos (IBGM). O curioso é que os homens cada vez mais estão comprando joias para si, ao invés de presentear mulheres, o que mostra uma mudança no perfil de consumo. E entre as joias mais adquiridas pelo sexo masculino estão as pulseiras, em diferentes tamanhos e pesos, brincos, correntes e abotoaduras, nos mais variados formatos.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná. Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social. Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos. Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas. Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005). Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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