Final do ano acirra busca por imóveis de locação

O mercado de locação de Curitiba espera uma grande movimentação nestes últimos dias de dezembro e todo o mês de janeiro. Historicamente, esse período é aguardado pelas imobiliárias em função da chegada das férias escolares, do reflexo das aprovações em vestibulares, para morar mais próximo ao trabalho ou da escola dos filhos, e também pela vontade de iniciar o ano em um negócio novo.
A expectativa da Rede Imóveis, que concentra as 13 imobiliárias mais tradicionais de Curitiba, é de que sejam efetivados 10% a mais de negócios de locação neste período se comparado com a média dos últimos meses.
De acordo com dados que eu obtive agora há pouco junto ao Sindicato da Habitação e Condomínios do Paraná (Secovi), o estoque de imóveis destinados à locação aumentou este ano, porém num índice muito baixo. Em relação a igual período do ano passado o número de imóveis disponíveis para aluguel em Curitiba cresceu 5%. Estão sendo ofertados hoje para locação 11 mil imóveis, sendo que o maior estoque é para apartamentos com dois dormitórios num total de 3.103 unidades, seguidos por apartamentos de três quartos com 2.991 unidades disponíveis.
Os bairros que concentram o maior número de imóveis para aluguel são o centro, com 18,9% do total, seguido do Água Verde, Bigorrilho, Batel, Portão e Boqueirão. Já o preço médio do aluguel por metro quadrado, em Curitiba, é de R$ 13.
De acordo com a presidente da Rede Imóveis, Andrea Baggio, a opção por alugar um imóvel mais próximo da escola ou trabalho evita deslocamentos desnecessários e representa economia em transporte e tempo, além do ganho em qualidade de vida por se evitar os congestionamentos.
E na hora e alugar um imóvel, uma ferramenta que tem ajudado os inquilinos e tende a se tornar cada vez mais comum é o Seguro Fiança, com o qual a pessoa deixa de buscar um fiador e realiza um seguro como garantia do pagamento do aluguel. Dados do Secovi do Paraná apontam que de 2014 a 2016 esta modalidade aumentou em mais de 10 pontos porcentuais, alcançando a marca de quase 30% dos contratos.








