Imóvel na planta, em construção ou pronto: qual a melhor opção de compra?

Barigui Woodland Park Residence.

A saída do aluguel, da casa dos pais ou o casamento à vista são as motivações principais para a compra do primeiro imóvel. Nessa situação, o presidente da VistaCorp Empreendimentos Imobiliários, Luiz Francisco Viana Jr., explica que existem duas alternativas possíveis: a compra de um imóvel na planta ou em construção – que oferece flexibilidade de pagamento, mas exige a espera durante a obra – e a compra de um imóvel pronto, que exige mais capital, porém, a possibilidade de ingresso imediato ao imóvel. “A escolha por uma modalidade ou outra vai depender da reserva financeira, das despesas fixas e da urgência em se mudar do comprador e de sua família”, opina.

Mas como saber qual a opção que melhor se encaixa na renda familiar? Para isso, é necessário conhecer a condição de pagamento de cada modalidade. Viana explica que na opção de compra do imóvel na planta, essa quitação se divide em duas etapas. A primeira é chamada de poupança, que corresponde de 20% a 30% do valor do imóvel, e é paga durante a execução da obra, em torno de 36 meses, e o restante financiado pelo banco.
Via de regra, a poupança contempla: entrada, parcelas mensais, balões semestrais e chaves, além de, eventualmente, a parcela do financiamento (no caso de haver a possibilidade de contratá-lo ainda no período de obras). “Caso o comprador ofereça um valor de entrada maior do que o mínimo exigido pela incorporadora, o cliente pode montar a sua própria tabela de pagamento, que deverá ser aprovada junto à empresa”, comenta Viana.

Quanto à contratação do financiamento, geralmente de 70% a 80% do valor do imóvel, Viana diz que a forma mais usada é apenas com a emissão do Habite-se, como é chamado o Certificado de Vistoria de Conclusão de Obras (CVCO), emitido pela prefeitura. No caso do Barigui Woodland Park Residence, empreendimento da VistaCorp Empreendimentos Imobiliários em parceria com a Valente Incorporações, em fase de conclusão, próximo ao Parque Barigui, em Curitiba, foi contratado o modelo de financiamento antecipado (na fração ideal), que permite que os compradores se candidatem e contratem o crédito imobiliário a partir de 85% das obras realizadas, ou seja, antes da conclusão.

“Assim que as primeiras unidades comecem a ser entregues, os clientes que contrataram o financiamento nesse modelo serão um dos primeiros a receberem o imóvel, o que é uma vantagem”, opina Viana. No caso do imóvel pronto, o presidente da VistaCorp Empreendimentos Imobiliários diz que a regra geral é que esse percentual de poupança seja pago em parcela única. “Há a possibilidade de pagamento parcelado desse valor em curto prazo, porém, a entrega das chaves fica condicionada à quitação do saldo do imóvel”, esclarece.

Além do financiamento, a quitação do saldo do imóvel pode se dar por meio de recursos próprios, FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) ou de consórcio imobiliário. A Caixa Econômica Federal determina as regras para uso do FGTS na compra da casa própria. Já no caso do consórcio imobiliário, a liberação dos recursos está condicionada à emissão do Habite-se, contemplação da carta e pagamento efetivo do Valor Mínimo de Desligamento (VMD), ou seja, a incorporadora deve quitar antecipadamente o saldo devedor correspondente à unidade adquirida. “Em função dos trâmites, esse processo de quitação com uso de consórcio é mais longo”, comenta Viana.

Pacote de benefícios – Com a redução do tempo para entrega do empreendimento, naturalmente o prazo para quitação da poupança fica menor. Para flexibilizar as condições de pagamento aos que fizerem a aquisição neste momento, amortizando a quantia solicitada ao comprador para a poupança, a VistaCorp lançou uma campanha o Barigui Woodland, que tem 93% das obras executadas e entrega prevista para o segundo semestre desse ano.

A incorporadora curitibana oferece um pacote inédito de benefícios para a aquisição de algumas unidades específicas do empreendimento, entre elas, a isenção das taxas de ITBI da escritura e do registro do imóvel, o que corresponde a uma economia de até R$ 25 mil para os imóveis do empreendimento.

As bonificações incluem ainda um ano de condomínio grátis; cozinha e sala com móveis planejados da Todeschini; assim como um fim de semana num Hotel Fazenda para que o casal comemore a compra; e a própria chancela de adquirir um imóvel num empreendimento eleito como o melhor projeto arquitetônico residencial do Paraná, pela Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Paraná (Ademi/PR). As condições e prazos de concessão, retirada e uso dos benefícios podem ser conferidos em detalhe no regulamento, disponível no site www.bariguiwoodland.com.br/promocoes, em “Campanha É Mais Barigui Woodland”.

“A ideia de termos escolhido estes cinco benefícios veio dos próprios clientes, em pesquisa recente, e também como alternativa para fugir do senso comum do mercado de desconto puro, uma vez que o empreendimento já possui preço justo e boa percepção de valor agregado pelos clientes, comprovado pelo fato de que 70% das vendas realizadas até agora aconteceram em sua totalidade sem desconto”, complementa Viana.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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