Investidor-anjo aponta 5 áreas promissoras para fintechs

Marcio Kogut já investiu em seis startups.

Antes desconhecidas por muita gente, as fintechs estão tomando cada vez mais conta do mercado e, muitas vezes, incomodando os tradicionais bancos. Uma prova disso foi uma pesquisa feita pela empresa de tecnologia canadense CGI. Das 1.670 pessoas entrevistadas, 52% estão interessadas em utilizar o tipo de serviço e mais de 83% já sabiam do que se tratava o assunto.

Com mais de R$ 2.7 milhões investidos em seis startups, Marcio Kogut está à frente da Kogut Labs, empresa especializada em consultoria e inovação com referência em modelos de negócio online. Através de seu trabalho, já foram gerados R$ 8 bilhões em negócios para seus clientes.

Por conta de sua experiência na área, o investidor-anjo fala quais são as cinco áreas mais promissoras para fintechs.

1 – Gerenciamento e abertura de conta
Entre 2011 e 2014, mais de 700 milhões de pessoas no mundo abriram uma conta corrente. Por esta razão, as fintechs de gerenciamento e abertura de conta fazem sucesso. O consumidor consegue fazer todas as tradicionais tarefas através do aplicativo, livre de taxas.

2 – Cartão de crédito digital
No Brasil, mais de 52 milhões de pessoa utilizam o cartão de crédito como principal meio de fazer suas compras.O digital permite ao usuário uma experiência 100% virtual. Pelo aplicativo, o usuário realiza transações, bloqueia e desbloqueia seu cartão e pode fazer compras pela internet. Não há a necessidade de possuir uma conta em banco.
3 – Empréstimo e financiamentos
Mais de 47% dos brasileiros fazem empréstimos para saldarem suas dívidas. De cada 10 consumidores, três já fizeram algum tipo de empréstimo. Essas fintechs surgiram com o propósito de desbancarizar empréstimos e financiamentos. Os serviços oferecem segurança, agilidade e tecnologia. Além disso, são para as empresas, uma alternativa aos juros abusivos cobrados pelos bancos. Para o investidor, uma maneira mais rentável para seu bolso.

4 – Pagamentos online
Somente 3,4% dos brasileiros nunca fizeram um pagamento pela internet. Mais de 38% da população prefere comprar online, diante de 30% que ainda opta por fazer negócios em lojas físicas. Atualmente, algumas fintechs de pagamentos online funcionam como social banking e permitem ao usuário pagar suas contas pelas redes sociais, como Twitter Facebook, Instagram e Messenger.

5 – Ativos financeiros e investimentos
No país, 71,7 milhões de pessoas se declaram investidores. Cada um investe, em média, R$ 28,5 mil por mês. Com o surgimento de fintechs deste ramo, controlar investimentos se tornou fácil, acessível e pode ser gerenciado de qualquer lugar. Além disso, as organizações possuem pessoas capacitadas a prestar uma assessoria mais próxima ao cliente. O êxito fez com que grandes bancos ficassem interessados em adquiri-las.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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