Aromatização em ambientes comerciais contribui para o aumento das vendas e é responsável pelas compras por impulso

Através dos aromas é possível obter grandes benefícios para um negócio. A produtividade dos trabalhadores melhora, a experiência do consumidor é mais agradável e a identidade da marca acaba sendo reforçada com o sentido do olfato. E diferentemente da visão, do tato ou do paladar, um aroma certo e conveniente num ambiente comercial, jamais passará despercebido pelos clientes.

Os recentes desempenhos do marketing olfativo e a sua comprovada influência na decisão de compra pelo consumidor o transformaram num grande aliado das empresas na concretização de uma identidade olfativa institucional. Só para se ter uma ideia, um estudo realizado pela Universidade Rockefeller comprovou que os aromas são fatores de atração e contribuem para o aumento das compras por impulso em até 38%. Essa mesma pesquisa indicou que 35% da memorização vêm do olfato e apenas 5% da visão.

Neste sentido, o marketing olfativo embora seja uma ferramenta ainda pouco explorada, tem efeito comprovado e causa um impacto emocional positivo. Especialistas chamam a atenção para o fato de que o uso de aromas personalizados cria um vínculo com o público, registrando a marca de forma mais efetiva em sua memória e permanece em seu subconsciente. Além do que a aromatização do ambiente, pode induzir a mudanças de humor das pessoas, interferindo no comportamento, tanto da equipe, quanto dos clientes, diz Luciana Nassif, especialista da Airomas no desenvolvimento de fragrâncias.

O marketing olfativo também é um diferencial importante para eventos ou feiras. “A aromatização desperta curiosidades e atrai pessoas, e quando usamos uma Identidade olfativa, o cheiro exclusivo de uma marca, essa experiência cria ou reforça uma relação mais íntima com o consumidor”, afirma Luciana. “Além do bem estar no ambiente que tende a reter pessoas”, completa. Agora, a maior preocupação de empresários e lojistas é a escolha certa do aroma, uma vez que os clientes surgem de várias direções e pertencem a diversas camadas socioeconômicas. Por isso, o aroma escolhido deve simbolizar não somente os valores da empresa, mas deve também ser atraente universalmente.

Por último, outro ponto importante é fazer uso da dose certa no ambiente. Nem mais, nem menos, a regra é trabalhar no limite mínimo da percepção humana, a fim de não provocar mal-estar ou sensibilização. A fragrância não pode se impregnar na pele, na roupa ou no cabelo dos clientes.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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