Treze erros no controle de estoque que uma empresa não pode cometer

Toda empresa precisa atender seus clientes da maneira mais rápida possível e garantir um serviço satisfatório. Dessa forma, ter um estoque bem gerenciado faz toda a diferença. Algumas organizações enfrentam certa dificuldade na hora de realizar a previsão de vendas, mas este problema pode ser diminuído quando alguns erros são evitados. O controle do estoque é o coração das empresas de varejo. Se existe pouco estoque, a empresa não consegue se manter. Se o estoque está muito cheio, a organização pode se perder no meio de tantos produtos.

Para trabalhar com um nível de estoque ideal, é muito importante conhecer o perfil dos clientes para que fique fácil acertar os produtos mais adquiridos pelo consumidor. A administradora de condomínios logísticos Capital Realty elencou os 13 principais erros de controle de estoque que as empresas não podem cometer. Confira:

1. Não ter produtos ou ter produtos em excesso no estoque;
2. Não realizar o controle de produtos expostos nas prateleiras diariamente;
3. Não saber qual é o período médio de estoque. Este controle indica quantos dias, em média, um item permanece estocado;
4. Não conhecer o seu estoque mínimo. Abaixo deste número, a empresa pode sofrer perda de vendas por falta de mercadoria;
5. Não saber o ponto de compra. Isto estabelece em que momento a compra precisa ser feita para não haver falta nem excesso de estoque;
6. Não buscar conhecimento em pesquisas de mercado (benchmarks). Por meio de pesquisas, é possível entender como as empresas do mesmo ramo gerem seus estoques;
7. Não saber estimular o consumidor a comprar mercadorias que estão paradas no estoque;
8. Não realizar controles rígidos de mercadorias. Controlar as entradas e saídas de mercadorias, incluindo quantidade, unidade de venda, data, fornecedor/cliente, valor;
9. Não saber calcular o valor do estoque. Calcular o valor das mercadorias em estoque é fundamental para a tomada de decisão de política de compra e venda e até de novos investimentos;
10. Não utilizar softwares especializados em gestão de estoque;
11. Não utilizar estratégias de estoque diferentes conforme o ponto de venda de cada produto;
12. Não realizar o correto planejamento de capital de giro e espaço de armazenagem em itens sazonais;
13. Não realizar parceria com fornecedores chave de negócio. Em alguns momentos, somente uma mudança de relacionamento já é suficiente para reduzir diversos custos logísticos.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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