Se não houver um controle correto dos custos, toda a estrutura da empresa será comprometida
O lucro é o principal objetivo de qualquer empresa, independente do seu segmento ou tamanho. E para lucrar, na teoria, a conta é fácil. Basta ter mais ganhos do que despesas. Mas na prática, a conversa não é tão simples assim. Para atingir a meta de ganhar mais do que gastar é preciso ter um planejamento financeiro empresarial adequado e eficiente.
Um bom planejamento financeiro permite que a empresa consiga reduzir as despesas e aumentar as receitas. Agora, para que haja um controle de custos mais eficiente, todas as operações como entradas, saídas, prazos e precificação devem ser registradas. Também devem ser levados em consideração indicadores como lucratividade e rentabilidade.
Quando o controle de custos não é feito, ou não é realizado da forma correta, toda a estrutura da empresa poderá estar comprometida. E vale lembrar que a base para precificação dos produtos deve ser o custo real + a margem de contribuição estipulada pelo empresário. Nessas considerações de custos entram todos os gastos envolvidos na produção e, principalmente, gastos ocultos como, por exemplo, 13º Salário e férias, entre outros. É evidente que a empresa não deve ter gastos excessivos com a folha de pagamento. Especialistas indicam que os salários devem ficar em torno de 35% do faturamento. Se ultrapassar essa marca, pode ocorrer um descontrole financeiro.
Por sua vez, os erros no cálculo de custos podem levar o empresário a uma interpretação equivocada dos números, podendo considerar um lucro maior do que o real e assim comprometer os resultados dos próximos meses da empresa. Ou seja, por não considerar os custos reais a empresa pode consumir hoje os recursos para pagar as despesas de amanhã e se isso ocorrer, será necessária à aplicação de mais capital que pode vir do bolso do próprio empresário, ou então através de empréstimos, que na atual conjuntura não são nada favoráveis. E em casos mais graves, na redução das operações.








