“Você não vai mais conseguir vender assim” é o livro mais vendido da semana

Contribuir com a formação de vendedores mais preparados, ajudando-os a se reinventar e sair do modelo tradicional de vendas. Este é o objetivo do livro Você Não Vai Conseguir Vender Assim, de autoria de Guilherme Machado, lançado em setembro pela editora Gente, e que conquistou a liderança nas vendas na última semana, de acordo com a Revista Veja (Auto-ajuda), Folha de S.Paulo (Prática e Pessoas), e Publishnews (Lista de Negócios – além de ocupar a segunda posição na Lista Geral).

Especialista em vendas, liderança e negociação, Machado já impactou mais de 3 milhões de profissionais no Brasil com seus cursos, vídeos e palestras. Com certificação pela University of Michigan e mestrando em Neuromarketing pela Florida Christian University, ambas nos EUA, o autor aponta que a única saída para o vendedor se manter relevante no mercado é por meio de uma profunda profissionalização.

O livro traz um método criado pelo especialista para ampliar a possibilidade de negócios, por meio de definição de planos, identificação de nichos, além de ferramentas e técnicas de venda para lidar com clientes difíceis de convencer e para escapar de armadilhas.

A metodologia propõe também uma mudança no paradigma de vendas. Segundo estudo do norte-americano Chet Holmes, 3% das pessoas estão comprando agora, 7% estão abertos à possibilidade de compra, 30% não estão pensando nisso, 30% acham que não estão interessados e 30% estão certos de que não estão interessados. No entanto, o modelo atual do mercado de vendas tem o objetivo de vender soluções, ou seja, está focado em apenas 3% da pirâmide, nas pessoas que estão procurando algo para comprar.

“A venda de soluções soa muito bem para nós, vendedores. Mas até a década de 1990, quando as informações eram escassas e somente alguns grupos especializados detinham dados sobre aquela área. Isso mantinha os clientes muito dependentes dos nossos serviços”, explica Machado no livro. No entanto, com a popularização da internet e da tecnologia, o cliente já sabe como procurar a solução do seu problema. Desta forma, no modelo atual, o papel do vendedor fica restrito à negociação de preços. “Seus clientes não querem mais comprar produtos, não querem mais comprar soluções. Eles querem comprar insights”, diz o autor, em referência a necessidade de os vendedores aprenderem formas de despertar desejos e demandas que o consumidor nem sabia que tinha.

Como exemplo, ele cita a criação do iPhone, que uniu touch screen, internet em alta velocidade e celular num mesmo aparelho, uma demanda que não partiu do cliente, mas do desenvolvedor. Além de insights, Machado aponta outro ingrediente fundamental para ampliar as vendas. De acordo com estudo de Shawn Achor, de Harvard, diferentemente do ditado popular, não é o sucesso que traz felicidade. É a felicidade que traz sucesso. Segundo o pesquisador, vendedores felizes e otimistas fecham 56% mais vendas do que os pessimistas.

 

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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