Ibovespa sobe R$ 498 bilhões, em valor de mercado, com queda dos juros
Os investidores do mercado financeiro iniciam a semana com atenção para mais uma reunião do Copom e sua decisão sobre a taxa Selic. É quase que consenso de mercado que a taxa básica de juros da economia deve ter mais uma queda entre 0,5% a 0,75%, seguindo o plano do Banco Central de controle da inflação e estabilização da economia.
De acordo com estudo realizado pela CMA, empresa líder em sistemas de informações, análises e negociação eletrônica nos mercados financeiros e agropecuário, a queda da taxa de juros fez com que os investidores buscassem alternativas de investimento (Prêmio vs. Risco) atraindo os investidores para o mercado de renda variável. O estudo levou em consideração o período de 01/12/2016, início dos cortes da taxa básica de juros (Selic), até 20/10/2017, período anterior à próxima reunião. Segundo os dados apurados, no período o Ibovespa teve um ganho de R$ 498 BI, o que representa um aumento de 23,40%, enquanto, a taxa básica caiu de 13,25% a.a. para 8,25% a.a.
A taxa básica de juros é a principal taxa de remuneração do setor financeiro, servindo como referência para trocas de taxas entre os bancos (banco para banco) e entre banco e seus clientes pessoa física/jurídica. Ou seja, de um lado essa queda traz o benefício da redução das taxas de empréstimos e financiamento e, de outro, diminui a rentabilidade dos investimentos atrelados à renda fixa, tradicionalmente preferidos pelos investidores brasileiros pelo histórico de alta de juros.
Confira as empresas negociadas na B3 que mais se valorizaram no período de estudo:









