Iniciativa inédita reúne 25 construtoras de Santa Catarina em Curitiba para comercializar mais de mil imóveis no litoral catarinense a investidores paranaenses

Balneário Camboriú tem o metro quadrado mais caro do Brasil.

De quinta-feirta (30) até domingo (3), Curitiba sediará um evento inédito, que reunirá 25 construtoras de Santa Catarina e que tem como expectativa atrair um público de 10 mil investidores. Trata-se da 1ª Feira de Imóveis do Litoral Catarinense, que acontecerá no ExpoUnimed, e que recebeu investimento de nada menos do que R$ 1 milhão.

Eu conversei com o empresário Diógenes França Ferraz, proprietário da França Ferraz Assessoria Imobiliária, que está promovendo a feira, e ele está bastante otimista com relação ao fechamento de negócios, que na sua avaliação pode superar a casa de R$ 50 milhões. Diógenes me adiantou que mais de mil imóveis localizados em Balneário Camboriú, Itapema, Bombinhas, Meia Praia, Porto Belo, Navegantes, Itajaí e Piçarras serão apresentados ao público que comparecer ao evento, com preços que variam de R$ 215 mil a R$ 8 milhões e meio de reais.

Segundo o empresário, o que motivou a realização desta feira, em Curitiba, foram as estatísticas. Ou seja, só em Itapema, 60% dos compradores de imóveis naquele balneário são paranaenses. Os demais investidores da região estão nos Estados do Sul e também em São Paulo, Mato Grosso e Argentina. Aliás, uma caravana de 25 investidores e empresários do agronegócio de Sinope está vindo a Curitiba, especialmente para a Feira de Imóveis.

Apesar de ter o metro quadrado mais caro do Brasil, acima de R$ 26 mil, Balneário Camboriú (SC) não sentiu a crise imobiliária vivenciada nos últimos anos pelos grandes centros urbanos. Dados da Fipe/Exame, por exemplo, apontam uma valorização de 8,9% nos imóveis locais, posicionando o município como o quarto melhor do país para se investir.

Outro grande diferencial da maioria das construtoras catarinenses, principalmente as de Itapema e Balneário Camboriú, é que elas não fazem uso de financiamento bancário. O financiamento de até 100 meses é realizado pela própria construtora e a correção é pela variação do CUB (Custo Unitário Básico), sem contar que as entradas são abaixo das cobradas pelo mercado imobiliário nacional. Automóveis também são aceitos no negócio. Estes veículos são posteriormente trocados pelas construtoras por materiais de construção, ou seja, passam a ser uma moeda de troca. Diógenes faz questão de destacar que diante desse formato de negócios, os compradores podem obter até 35% de retorno do investimento em apenas 12 meses após a compra.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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