Venda de veículos cresce 1,71% no Paraná

A venda de veículos no Paraná registrou crescimento de 1,71% no mês de maio em relação a abril. Foram negociados 26.347 no mês passado, número bastante inferior aos 29 mil veículos emplacados em março.

O diretor-geral da Fenabrave-PR e presidente do Sincodiv-PR, Luís Antônio Sebben, afirma que está otimista com a recuperação do mercado, mesmo com o término da redução do IPI, no final de junho, já que algumas montadoras começam a se preparar para novos lançamentos e, muitos deles, esperados por nossos consumidores. Sebben reforça que o segundo semestre normalmente é melhor em vendas que o primeiro, recebendo maior aquecimento nos três últimos meses do ano. Como já dissemos, não acreditamos em grandes crescimentos para 2009, devido á  economia mundial, mas estamos percebendo que a confiança do consumidor na economia está crescendo, o que pode fazer com que o segmento da distribuição de veículos tenha uma boa retomada”, diz o diretor.

A recuperação do setor foi em decorrência do segmento de automóveis, que apresentou alta de 6,91%, passando de 13.930 (abril) para 14.892 unidades vendidas em maio; e dos ônibus, com 172,16% de aumento, passando de 97 unidades em abril para 264, em maio. Os demais segmentos continuam em queda, respectivamente, de: comerciais leves (-1,10%, passando de 3.170 unidades em abril para 3.135 em maio), caminhões (-21,31%, passando de 840 para 661), motos (-4,50%, passando de 6.869 para 6.560) e implementos rodoviários (-16,42%, passando de 999 para 835).

No acumulado do ano (janeiro a maio), as vendas apresentaram queda de 17,90%, passando de 151.617 unidades em 2008, para 124.472 (em 2009). Nessa comparação, o único segmento que apresentou alta foi o de ônibus, com 88,81%. O segmento de motos é quem sofreu mais nesses primeiros cinco meses do ano, com queda de 35,48% se comparado com o mesmo peíodo do ano passado.

As vendas de veículos na Região Sul apresentaram leve aumento de 0,37%, passando de 65.790 (abril) para 66.036 unidades vendidas em maio. No acumulado do ano, a queda foi de 8,55% de 2008 para 2009.
 

Soma

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