Pelo 6º trimestre consecutivo, mercado de escritórios do Rio de Janeiro apresenta absorção líquida positiva

O mercado de escritórios de alto padrão do Rio de Janeiro fechou o terceiro trimestre de 2018 com absorção líquida – saldo da diferença entre áreas locadas e áreas devolvidas – de 33 mil m². Essa é a sexta vez consecutiva que a absorção líquida tem saldo positivo no período medido de três meses pela Colliers International Brasil.
Nos meses de julho, agosto e setembro de 2018, a taxa de vacância apresentou queda. A diminuição foi de dois pontos percentuais, passando de 36% para 34%. As taxas mais baixas estão na região da Zona Sul (5%), Orla (22%) e Centro (27%). O inventário total da cidade é de 1,67 milhão de m², sendo que não houve novas entregas neste período.
As regiões que apresentaram a maior absorção bruta – quantidade de m² locados – foram o Centro, com 44 mil m², região da Orla ,com 6,4 mil m², e a região do Porto, com 3,6 mil m².
O terceiro trimestre de 2018 também apresentou queda nos preços médios pedidos para locação, que ficaram em R$ 100 m²/mês ante R$ 102 m²/mês do trimestre anterior. Os preços mais altos da cidade continuam na Zona Sul (R$ 260 m²/mês), seguida pelo Centro (R$ 112m²/mês) e a Orla (R$ 101 m²/mês). As regiões da Barra da Tijuca (R$ 81 m²/mês) e da Cidade Nova (R$ 85 m²/mês) praticam os preços mais acessíveis do Rio de Janeiro.
Classe B
Em relação aos imóveis de classe B, a absorção líquida foi de 1 mil m² ante 5 mil m² registrado no trimestre anterior. Já a taxa de vacância manteve-se estável com 33%. Os preços médios pedidos para locação também permaneceram estáveis, com R$ 75 m²/ mês. O inventário do Rio de Janeiro para os imóveis de classe B é de 977 mil m².








