Setor farmacêutico passa longe da crise
Se há um setor que dificilmente passa por crises é o de medicamentos. Isto porque, a doença não escolhe dia nem hora para aparecer e os medicamentos são um bem de primeira necessidade, pouco afetados pelo corte das despesas domésticas. Outro ponto que também está contribuindo para o aumento do faturamento da indústria farmacêutica e das farmácias é o envelhecimento da população, que a cada ano vem se intensificando.
Este ano, segundo dados da Associação Brasileira do Atacado Farmacêutico e da Associação Brasileira de Redes de Farmácia e Drogarias o faturamento das maiores distribuidoras de medicamentos do País terá crescimento superior a 22%. Ou seja, é um porcentual bastante expressivo comparando-se com a indústria de uma forma em geral deverá encerrar 2009 com queda superior a 7% em relação a 2008.
Para se ter uma ideia, nos dez primeiros meses do ano, o varejo farmacêutico registrou faturamento superior a R$ 10 bilhões, superando as vendas do ano passado em mais de R$ 240 milhões. Em relação o atacado farmacêutico, o faturamento da distribuição até outubro ultrapassou a casa de R$ 13 bilhões, dos quais quase R$ 1 bilhão corresponderam a venda de medicamentos genéricos.
Outro ponto positivo que está sendo verificado é o maior diálogo entre atacado e varejo farmacêutico com relação á negociação de melhores prazos de entrega e também de pagamentos. Tudo isso, eles garantem, que é repassado ao consumidor, mas no caso de Curitiba, isso não se verifica, pois o nós temos um mercado bastante monopolizado, ou seja, a maioria das farmácias daqui pertence a um único grupo.








